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terça-feira, 20 de outubro de 2015

MadMad (afinal em inglês até faz algum sentido)

Claro que preferia muito mais estar agora lá em casa, no meu cantinho da costura com vista sobre os quintais , a cortar moldes  a arrumar linhas e tecidos a recortar sobras para outros projectos, a experimentar coisas novas ( que a repetição tira-me um pouco do sério).  Com tempo, sem desvios de atenções permanentes -que claro são muito mais importantes que estas costuras e com a luz do dia- que a da noite cansa tanto e eu já para lá vou tão cansada. Bem sei que devia ter paciência, mas esta vida dupla tripla deixa-me exausta e mesmo sendo uma pessoa de natureza inquieta , tudo isto mexe demasiado comigo. Arrisco ou deixo-me estar, sim é possível ou claro que nunca vai acontecer, não deixes para amanhã o que podes fazer hoje ou o melhor é ter segurança para o futuro, continuo a abdicar do que restava da minha vida social  ou vou mazé arejar ideias com...alguém, trabalho muito hoje para colher frutos amanhã ou estas coisas só acontecem aos outros, realista ou idealista, insisto ou desisto ? Bem, tudo isto para dizer que há peças novas na LOJA , tecidos novos a chegar, peças para acabar e ideias a fervilhar. Agora só preciso é de alguém para as comprar, para que eu possa acreditar animar! 


Aceito todo o tipo de comentários , sugestões e críticas, que até agradeço para saber onde estou e para onde posso ir. Desde que não me sugiram que tenho que fazer mercados ou começar a escrever em inglês :-P

terça-feira, 2 de junho de 2015

Faz tu mesmo # tenda de brincar (e sonhar com um quintal, onde fique a matar)

Era um projecto, que tal como outros, estava perdido por vários cantos lá de casa. Começamos e depois bloqueamos ( vá-se lá entender....). Mas quando me apercebi que até se aproximava uma data comemorativa, gritei : Tem que estar pronto no dia 1 de Junho !! E assim foi, e só foi precisa uma noite de trabalho ( juro que não entendo....). A primeira parte, a que implicava ferramentas , cortes e costuras , era da responsabilidade dos crescidos. Agora, cabe à miúda estampar a sua tenda ! mas pintamos noutro dia, que ontem foi só brincar . Mostramos a obra de arte a tenda no seu melhor, assim que possível.


Escusado será dizer que adorou, aliás, até  subimos de novo à categoria de melhores pais do mundo, sobretudo porque a deixámos adormecer nela. Foi um excitex ! Encostou-a a um canto, arranjou uma porta com uma manta, meteu um saco de cama em cima dum tapete da mana onde mal cabe, levou para lá 3 livros, um saco com roupa (?!) , uma lanterna e por fim, uma coisa que me deixou a rir à séria, pelo requinte do pormenor: uma tigela com 6 mirtilos e uma fatia de queijo. <3. Acabaram-se as barracas no meio da sala, feitas com todos panos que encontrava pelo caminho e já não precisa de entrar a correr na loja mais bonita aqui do bairro, para se esconder na tenda que eles vendem ( digamos que agora até percebo porque cobram mais de 100 euros por ela....).Se eu soubesse que tinha clientes para  tudo isto, que faço com tanto gosto e amor, largava tudo, já !

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

O que é nacional é (demasiado) bom #

Sou uma fã da Olaria. Aliás sou muito mais que isso, sou apaixonada e fascinada pela roda do oleiro. Faz parte dos meus sonhos, que pretendo mesmo realizar, ter uma oficina onde possa passar as manhã, ou as tarde, ou os dias a moldar barro. Oiçam o que vos digo...Já tirei alguns cursos e sempre que posso, meto a mão e o pé na roda, mas nunca perdi o tempo que precisava para perceber o que poderia fazer com e daquilo. Quis o destino, que na última semana e em três momentos diferentes me esbarrasse com estas peças de cerâmica- da Anna Westerlund. e não pode ter sido por acaso. Primeiro foi numa página do facebook de alguém que sigo, depois foi o anúncio que seria esta artista , a desenhar as peças para o tão esperado jantar kinkolf (que não fosse eu ter uma bebé tão pequena, não quereria mesmo perder e que vou ficar à mesma ansiosamente à espera) e por fim, numa loja nova (e linda, que dói) aqui no bairro (falarei dela noutro dia). As imagens falam por si, mas espreitem o site e deliciem-se com esta(s) maravilha. Estou absolutamente deslumbrada...e agora e mais que nunca tenho a certeza que "aqui" vou ser feliz !

todas as imagens foram retiradas do site

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Não me importava de viver aqui #

Para descomprimir e  porque a primavera chegou e sobretudo porque o sol é o inimigo das depressões e o melhor amigo das pessoas felizes, mesmo que ainda não totalmente preparadas para mostrar a pele, aqui está um lugar onde não me importava de viver e trabalhar . Onde? Aqui, no sítio do costume...

terça-feira, 9 de abril de 2013

(trust me) i'm an architect

Sou arquitecta de profissão e apesar de exercer há mais de 10 anos ainda não sei tenho a certeza que seja a minha vocação...Tive que escolher pouco antes de ter 17 anos ( sabia lá eu e sabe-se lá com esta idade o que é a vida) e é no fundo uma decisão demasiado importante que acaba por condicionar o nosso rumo. Fui porque os testes Psico-técnicos mo indicaram e porque na minha família acreditavam realmente no meu dom para as artes. Continuo sem saber e aliás não conseguir e saber desenhar (elemento que considero e sempre considerei crucial para a minha profissão) é uma frustração que me assiste há muito, muito tempo. A minha insegurança aumentava com o passar dos anos e mesmo depois de ter, com muito sacrifício, terminado o curso (acreditam que de vez em quando ainda sonho que me falta fazer uma cadeira- estática/estruturas?!) nunca esperei ter tido a sorte  (sim a minha estrela que me acompanha e me segura quando mais preciso) de encontrar tão depressa trabalho (mesmo antes de conseguir terminar o portefólio que tanta angústia me estava a criar). Dentro das inúmeras questões , preocupações e limitações afectas a esta área, continuo a ter alguma sorte: penso, projecto, executo e acompanho todo o processo de gerir pessoas e espaços. Orgulho-me de ser exigente e implacável e de me entregar sempre que um desafio que é colocado, mas depois é claro que há trabalhos e trabalhos, há clientes e clientes, há liberdades e "liberdades"... descobri no entanto a minha grande paixão, aquilo que me deixa imensamente preenchida e feliz e que justifica aquela escolha tão inconsciente. Aldeias cheias de história, vilas perdidas e abandonadas, infraestruturas genuínas, comunitárias e populares e torna-las num lugar para todos, os que lá estão e os que as devem visitar e respirar...


Agora o bom, mesmo bom é conseguir explicar aos senhores do "papel" que as boas ideias têm é que sair do papel...Por agora continuo a idealizar e espero em breve mais poder partilhar.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Não me importava de viver aqui#


Que assim de repente me lembrou o meu petit-apartment de quando era divorciada....Mas foi assim muito de repente, porque este é muito mais amplo, tem muito mais luz, têm cantos e recantos e paredes altas. Fica do lado de lá do Atlântico e do outro lado da Brooklyn bridge e é por tudo isto que eu não me importava nada de viver .....

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

É só um vídeo com piada

É apenas um momento colorido para alegrar ligeiramente o panorama meio cinzento que anda a pairar sobre esta tão ingrata profissão...

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Não me importava de trabalhar aqui #

Não me importava de trabalhar num lugar onde houvessem máquinas de pinball vintage, para ir descarregar os nervos de vez em quando.