A necessidade aguça o engenho. Neste caso, a necessidade de ter um sítio à mão para guardar os meus novos instrumentos de trabalho e junto a mim, uma vez que se perdem ou trocam com muita facilidade , entre tantos, fez com que hoje criasse este lindo e simples e super prático estojo. Fechado para ter no bolso do avental (que também fui eu que fiz) e aberto, fazendo parte integrante do mesmo. Aqui ,estou mesmo a ser feliz ... É mesmo aqui que vou ter que (re)começar !
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terça-feira, 17 de maio de 2016
terça-feira, 10 de maio de 2016
O Livro mais que silencioso
Estou sempre a repetir-me , eu sei....mas as saudades são mesmo assim, multiplicam-se e dividem-se e somam-se e subtraiem-se aos meus dias, à minha vida. Mais quando precisava mesmo dela para me ajudar a não ter medo de arriscar a meter as mãos nos tecidos e nas linhas e a fazer coisas bonitas, como as que ela fez....Queria fazer um quiet -book para os 2 anos da minúscula. A ideia surgiu depois de ter visto o maravilhoso trabalho que a M (amiga dos blogues) fez no ano passado para a sua bebé. que nem me passou pela cabeça que pudessem ser feitos , assim de forma caseira. Desde essa altura que comecei a pesquisar , investigar, separar, guardar, planear, imaginar....tenho tudo organizado, em esquemas num caderninho, mas o plano , que pressupunha que eu iniciasse em Janeiro e fizesse pelo menos 1 por mês , já era...Estamos em Maio e daqui a 2 meses a minha bebé vai deixar de o ser e o livro só está todo feito na minha cabeça. Eu sei...não devia....devia era parar de pensar e duma vez por todas agir! fazer ! começar ! Falta-me coragem, entre tantas outras coisas. Tenho medo de avançar porque temo falhar, porque sou demasiado exigente comigo e com tudo o que me empenho a fazer. Falta-me a minha avó, para me segurar a mão e amparar a queda. É que sem rede é tão dificil dar saltos....
Perdi uma tarde a olhar para esta capa de almofadão, que ela fez . Parece tão simples não é? Mas não é. Queria perceber como se faz, como e por onde se começa, ter a paciência e sapiência para conseguir transformar os pequenos e muitos retalhos dela num livro inesquecível para todas. Não vou a tempo de fazer um workshop em bordado ou algo parecido, mas vou a tempo de arriscar. Será que vou ser capaz?
terça-feira, 5 de abril de 2016
Desenhos que salvam dias #Marc Martin
Apresento-vos
o Marc Martin (vejam lá , é tão...inspirador). O ilustrador pelo qual estou apaixonada e já vão
perceber porquê. Nota: Se a minha filha querer ser uma ilustradora , na
Austrália, não me vou importar nada. As
ilustrações dão-me sensações de nostalgia, sonho, liberdade. Dão-me
vontade de entrar e perder-me nelas. As paisagens parecem colchas de
retalhos, costuradas com os lápis e os guaches. Em cada livro, em cada
página, em cada desenho me perco...
Mas O livro que vou mesmo querer, para a minha estante- uma vez
que as ilustrações que são verdadeiras obras de arte, não estão ao meu alcance,
chama-se “A River”. É uma história sobre o poder da imaginação. É uma história com
que nos identificamos: uma menina olha para fora da sua janela, sonhando acordada.
Ela parte numa viagem ao longo de um rio, através de uma selva movimentada, por
uma cascata e através de um vasto oceano aberto. A menina e seu barco vão mingando
pelas paisagens que ela atravessa, ao longo do rio.
Uma simples história, poética e lindaaaaa. <3
segunda-feira, 4 de abril de 2016
imagens bonitas para dias cinzentos #Laurent Moreau
Sábado lá foi o dia Internacional do livro Infantil , mas foi neste Domingo chuvoso , que fomos (finalmente) ao Museu da Electricidade ver a Ilustrarte 2016 .Até ao dia 17 de Abril (caramba...já estamos em Abril) . É como sempre uma agradável surpresa, mas ainda mais este ano que a maiúscula já começa a ler. O divertido que foi fazer aquele pequeno folheto destinado ás crianças, sobre a exposição ! Confirma-se o jeito e gosto da miúda, para a coisa. A minúscula estava apenas maravilhada com o tamanho do edifício, gritando para cima , provavelmente para perceber até onde ia a sua voz. Quero falar do Serge Bloch, até porque tenho aqui em lista de desejo, um livro (não traduzido ohhhhh) dele, mas já tinha o Laurent Moreau à espera....E como é o ilustrador dum dos nossos livros preferidos, tem prioridade. Também lá tem uma casinha, mas aqui deixo alguns dos meus livros preferidos dele, que ainda não está traduzido para português (alguém sabe como posso interceder?
Hmm...Acho que vou ter que optar pelas tiras de legendas com washi tape ! Entretanto esta semana deve ser dedicada mesmo à ilustração infantil, enquanto eu vou ilustrando as contas dos colares, que brevemente vão estar à venda. O que preciso mesmo é de ocupar as mãos , para esquecer que tenho cabeça. Não está fácil, mas isso agora não interessa nada.
terça-feira, 15 de março de 2016
Faz tu mesmo # Bombas de sementes
As únicas brincadeiras com armas que admito, são as bombas. Mas são bombas que espalham vida, as bombas de sementes. Foi talvez há uns 3 anos, quando inaugurou a Casa Independente ali para o Largo do Intendente, que a maiúscula foi fazer uma workshop de jardinagem e de lá trouxe esta ideia, que nunca mais esquecemos. Como o Inverno está a terminar, como esteve um lindo fim de semana de Primavera, como tínhamos terra para plantar o morangueiro, como até está por aí a Páscoa e a famosa caça ao ovo, decidi jardinar na minha micro varanda. Só são precisas sementes, terra e argila branca ou barro e muito pouco tempo . Não é preciso passo-a-passo pois não?
Por agora estão a secar junto à janela até à primavera chegar. Depois é só largar a bomba num sítio onde as possamos e queiramos ver a florescer. Estas 6 vão estar escondidas no jardim da avó, para que cada um dos miúdos a encontre e semeie mais um pouco de vida, por aqui ou acolá. Não sei se já o disse antes, mas estas brincadeiras com a argila e outras que tenho penduradas acabaram de me voltar a entusiasmar para a minha grande paixão e sonho antigo que é trabalhar com o barro. A tal garagem, com a tal roda de oleiro. Pois. parece que vai ser desta que vou deixar de ter medo. É melhor tentar e falhar que ocupar-se em ver a vida passar. Tem que ser agora, antes que seja tarde demais...
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Não me importava de trabalhar e/ou viver aqui #
Quando tirei o curso de arquitectura de interiores todos diziam: ah sim ...decoradora queres tu dizer. Não , não era de todo isso que queria dizer e nem foi essa (nunca) a vertente do curso, mas deixemos essa ensombrarão onde está . Já hoje confesso que hoje até me tinha dado jeito. Sobretudo depois de saber os preços que os ditos decoradores cobram só pelo projecto, a faltar os preços (demasiado) exorbitantes daquilo que é mesmo bonito e sobretudo depois de me pedirem para fazer um trabalho flash baseado nas " tendências " do pinterest ( isto sou só eu a ser má língua). Enfim, tudo para dizer que me fartei de encontrar coisas maravilhosas e que se me pagassem só para fazer isto, até nem me importava nada . Também não me importava nada de ter um quarto tipo estes aqui....
Bom fim de semana. Fui !
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
Sonho cor de Alentejo
Porque de vez em quando volto a acreditar na "minha" arquitectura, mas é só assim por breves instantes que isto (clientes assim) são coisas que só acontecem aos outros...Porque é sexta feira, porque está este nevoeiro, porque eu estou assim-assim, porque preciso, porque preciso de escutar com mais atenção o que o universo me anda a tentar dizer, mas tudo isto é só por breves instantes (consultar a diária), que isto são preços só para os outros....Mas que é um belíssimo projecto, é e que eu dava tudo para ali estar também !
Casas caiadas é um projecto de Pereira Miguel Arquitectos, que contou a sua história aqui.
© Rute Raposo
© Rute Raposo
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Porto...de quantos dias preciso?
Ando cheia de saudades do Porto. Pior. Ando há anos a dizer que ando com saudades do Porto. Pior ainda. Até já pensei fugir de Lisboa para o Porto, para " sempre". Maldita procrastinação ! maldita falta de organização ! maldita ideia de que com uma criança e agora mais um bebé, não se consegue fazer e ver nada ! Ia para dizer maldito timing, mas não posso....pois foi ele que me trouxe aqui e agora. Foi o momento em que descobri as fabulásticas fotografias da Xiomara Marques , que ainda desvendam um novo Porto que ainda não conheço e agora e mais que nunca quero conhecer. Acabaram-se as desculpas, com ou sem crianças, sozinha ou acompanhada, planeado ou impulsivo, eu preciso de ir !
Preciso de ir a Serralves no Domingo de manhã, de ir aos maus hábitos e ao Plano B Sábado à noite, perder-me na Miguel Bombarda e nas Artes em Partes, conhecer a Oficina CC, fazer uma The worst tours, subir aos clérigos e admirar-me com a renovação da Praça de Lisboa, subir e descer , ir ao rio e ao mar, comer uma francesinha e um croissant prensado. E mais isto e isto e isto e ainda aquilo.....aiiii......(longo suspiro).....
As imagens foram retiradas do seu TUMBLR, que aliás aconselho (vivamente) a visualização, duma ponta à outra. Bem hajas X.
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