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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Antes de morrer quero #

Caramba, é tanto isto ! Pode até ser uma ideia romântica , mas é o que no fundo sou e sonhadora também. Por isso quando me cruzo com estas imagens e com as vontades de outros em reactivar memórias antigas e que afinal não fazem só parte do meu imaginário, fico deveras feliz. Resta-me adicionar mais este ponto a favor dum país cheio de oportunidades, a terra onde se diz os sonhos tornam realidade...




sexta-feira, 26 de julho de 2013

Fugir à rotina e (quase) de graça #

O título deste post poderia e deveria ser outro, aliás outros é que as hipóteses são tantas que não me consigo decidir pela melhor. Não é bem um guia, são sítios perdidos ou escondidos ou desconhecidos que quero partilhar e que acho que todos deveriam conhecer e visitar. Alguns podem mesmo deixar de existir ainda nesta vida e assim sendo aqui ficariam para memória futura. São recantos de Lisboa que vou descobrindo do nada, por acaso ou porque alguém já me passou o testemunho. O próximo lugar deveria ser um segredo que não deveria divulgar, mas é um lugar tão mágico e que me trás tão boas recordações já com duas décadas de história e que fica mesmo no coração da cidade. O cantinho das freiras no Chiado é em tudo especial sendo que a particularidade são os  almoços ,servidos por freiras num lugar de sonho. Mesmo em cantina, com tabuleiros e com escolhas limitadas que lembram em tudo o liceu, a esplanada é mesmo um pedaço de céu, na terra onde se descobrem "pecados" privados por todo o lado. Quando estudei nas belas-artes ia lá regularmente, depois tive demasiado tempo sem lá ir. Foi preciso um encontro imediato (que me revigorou duma maneira) para que agora passe a levar lá os meus blind-dates - mas só os que merecem tudo .Se puderem vão pelo menos uma vez , que até nem convém que muita aquilo tenho muita gente. Ámen.



O cantinho das freiras fica na Travessa do Ferragial nº1, serve almoços do 12-15h. 

As imagens foram tiradas com a Yashica TL electro X+ fuji200/06

segunda-feira, 22 de julho de 2013

I appear missing



A expressão "acho que morri e fui até ao céu" é completamente disparatada e de algum modo pode ser dita quando queres expressar algo de maravilhoso e miraculoso que te aconteceu. Não existe céu nem inferno depois da morte, mas existem sim em vida. A morte é mesmo O fim. A não se que eu fosse francesa e designasse um orgasmo " la petite mort" . Mas comecemos pelo princípio que tudo isto tem um sentido. Queria muito ir assistir a um concerto no sábado passado inserido no festival SBSR, mas com os bilhetes a preços muito pouco acessíveis a quem anda a contar os tostões já me começava a conformar com a possibilidade de assistir no conforto de casa sentada no sofá. Não sou propriamente fanática, mas algo me puxava para a dita herdade do cabeço da flauta e depois de muitas tentativas e alguns "golpes baixos",utilizando mesmo a minha filha e o seu ar angelical a ver se comovia corações mais moles, foi mesmo uma sucessão de acontecimentos que levou com que um estranho partilhasse comigo a sua pulseira que fez com que eu me metesse sozinha na mota e fizesse 35 km até ao lugar onde realmente eu tinha que estar. Nem que tivesse sido encostada à vedação ou  subir a um pinheiro. Não foi preciso e acabei por ficar onde tinha que estar, na primeira fila, encostada à grade e a vibrar como se fosse uma rookie. poucos devem entender aquilo que vou dizer agora mas na realidade o som dos QOTSA desde há muito que me provoca uma estranha sensação de adrenalina com rasgos de borboletas na barriga e coceginhas nas entranhas, vá , a palavra certa para descrever é orgásmica - metade orgasmo e metade cósmica, no sentido de meio que inexplicável. É pesada e doce ao mesmo tempo. Ok agora podem-me chamar de maluca, mas na realidade aquilo que senti sábado à noite, foi extra-sensorial e mágico e atenção que eu não tomo nenhum tipo de drogas . Agora tenho a certeza que aquele foi o sítio, a hora e o único lugar onde tinha mesmo que estar ... Não morri e fui até ao céu, mas renasci a cada música e sim chorei, dancei, saltei, gritei, assobiei e deixei-me ir. Renasci , foi isso... pior é o corpo que já leva um pouco mais de tempo a recuperar. Já passaram dois dia e o concerto ainda ecoa nos meus ouvidos ! Deduzo que esta conversa não interesse a ninguém, mas tal qual uma adolescente excitada e a irradiar de felicidade,  senti esta necessidade de gritar ( tivesse eu outra idade e pendurava a capa do ípsilon de sexta passada, na parede ao lado da minha cama). Agora desculpem-me mas vou ali deitar-me na cama e suspirar....

Everyone it seems
Has somewhere to go
And the faster the world spins
The shorter the lights will glow
And I’m swimming in the light
Chasing down the moon
Deeper in the water
The more I long for you

Most of what you see my dear is purely for show
Because not everything that goes around comes back around you know
Holding on too long is just fear of letting go
Because not everything that goes around comes back around you know
One thing that is clear it’s all down hill from here

Love in your hand clevarly disguised
All the promises of stone crumble in the light

Most of what you see my dear
Is worth letting go
Because not everything that goes around comes back around you know
Holding on too long is just
Fear of wanting to show
Because not everything that goes around comes back around you know
Not everything that goes around comes back around you know
One thing that is clear
It’s all down hill from here

quinta-feira, 20 de junho de 2013

de olhos em bico

É oficial, quero todos os livro de costura japoneses que existem ...Quanto mais procuro, mais encontro e está a tornar-se um verdadeiro quebra-cabeças a escolha, aliás a decisão que este e este e este outro ainda não podem ser. Primeiro porque não tenho dinheiro, depois porque ainda não tenho assim tanta experiência nas costuras, falta-me ainda tempo e uma tradutora (se bem que os livros, passo-a-passo, conseguem ser espectacularmente bem ilustrados e sobretudo depois de ter descoberto neste blogue esta série maravilhosa). Mas a vontade em aprender e construir mais já se apoderou de mim e agora ninguém me pára (nem pare, sff). Há também a questão dos tecidos a que hei-de regressar brevemente, pelos quais me perco diariamente, mas aos quais já consigo dizer, agora (ainda) não...O pior vai ser quando chegar o primeiro livro de para raparigas crescidas-que já vem a caminho. ops
Se puderem folheiem estes para perceber o que quero dizer e se quiserem mesmo contribuir para a minha felicidade já sabem o que podem oferecer:


 Tenho a certeza que voltarei a este tema outra e outra vez...

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Faça chuva ou faça sol, é hoje !

Como é possível que eu ainda não seja dadora de medula? como é possível que mesmo depois de saber de tantas campanhas tenha continuado de braços cruzados? como é possível que  assistindo a tantos apelos ainda não tenha ajudado o próximo? como é possível mesmo depois de ser mãe não tenha tido a coragem de salvar uma vida ? Acabou-se e é para já  ! E não é porque alguém próximo precise agora, nem por alguém ter pedido, nem por me ter comovido com alguma história, nem por saber que na vida as coisas não acontecem só aos outros. Vou porque ganhei vergonha na cara  ! e tu?

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

desejos

São mais que muitos...mas o único que me interessava mesmo conseguir concretizar era viver cada dia como se fosse o último, e é claro que esta frase tem vários sentidos: não se  assustem... Feliz ano novo e que este seja O ano das nossas vidas
Beach House - Wishes from Mark Lager on Vimeo.

domingo, 30 de dezembro de 2012

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

midlife crisis

Deve ser passageiro, aliás assim o espero , esta crise de meia-idade. Se bem que desde sempre tive pavor da morte, da minha morte, de morrer muito antes de fazer o pouco que podemos fazer durante a nossa vida. Porque sejamos sinceros as conversas da vida depois da morte, das vidas passadas, das transformações , da passagem para outro lugar, são muito bonitas e consoladoras para alguns, mas não para mim que só sei e tenho consciência que estou aqui e agora e é só este aqui e agora que me interessa. Enfim, detesto sofrer por antecipação mas é mais forte que eu, alguns pensamentos menos próprios que me assolam de quando em vez e me chegam mesmo a tirar o sono. Só nem quero imaginar quando chegar á menopausa ou mesmo à minha velhice.  Espero nessa altura estar mais tranquila e em paz comigo , com os outros e e com o que me rodeia...Por agora estou confusa. No outro dia, enquanto almoçava ouvi duas senhoras de meia-idade a comentar que com o avançar da idade e apesar de se continuarem a emocionar, têm mais dificuldade em chorar. Choram cada vez menos, disseram uma à outra e isso fazia-lhes confusão…. Também a mim me fez confusão pensar que com o passar do tempo as nossas lágrimas acabam por secar. As emoções são as primeiras a pregarem-nos partidas e o pior é que nem sempre as conseguimos controlar . Confuso, não está a ser? Pois é precisamente como está a minha cabeça. Queria falar dum filme que vi há já algum tempo- um filme maravilhoso, profundamente dramático, com uma história triste mas muito real, tocante no que diz respeito ao sentido das nossas vidas, sem sentimentalismos exacerbados ou lições de vida enaltecedoras mas duma verdade da qual ninguém está distante e com um título singular e certeiro que diz quase tudo: A minha vida sem mim. Não fui capaz de chorar, nem uma lágrima escorreu apesar de estar hipnoticamente comovida e isso deixou-me triste…Ontem curiosamente comecei a ver outro filme, que estava na gaveta há demasiado tempo e que ainda não tendo terminado de o ver, pensei  imediatamente que poderia ter sido escrito a pensar em mim e nos meus pensamentos mais obscuros. Ou será que vocês também pensam como as pessoas reagiriam à vossa morte?

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Antes de morrer eu quero #

cumprir várias vontades numa só viagem: conhecer a Islândia, assistir ao festival Iceland airwaves , mas sobretudo quero mesmo assistir a uma aurora boreal  ! por enquanto vou sonhando e delirando com fotografias, filmes (como o que se segue) e programas de tv absolutamente fabulosos.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Antes de morrer quero #

Ver e/ou ter todos estes filmes do Godard,  as vezes e na altura que quiser, sem pausas e interrupções, uns sozinha outros acompanhada e rir muito e chorar ainda mais.

 

São tantos e tão bons e tão difíceis de encontrar (de modo fácil, barato e acessível) que o mais fácil é todos (os meus amigos imaginários) se juntarem e oferecerem-me The ultimate collection, vá... um destes dias ! Prometo partilhar com ou sem pipocas....



terça-feira, 7 de agosto de 2012

Antes de morrer eu quero,

Quero muito fazer uma grande viagem de comboio...
Sendo o Expresso Oriente um mito vivo demasiado bom para ser verdade, resta-me sonhar com o Trans- Siberiano, uma vez que ao menos conheço quem já o tenha feito- ou seja pode ser real ! Atravessar a Rússia, percorrer montanhas, vales, passar pela Mongólia , percorrer lagos e desertos, conhecer pessoas tão diferentes, experimentar novas realidades e terminar na China é tipo mil em um. Suspiro. Enquanto sonho, vou tentar canalizar esforços para fazer um passeio também ele de sonho, aqui bem perto de nós- a lindíssima Linha do Tua.





As imagens foram retiradas do flickriver

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Antes de morrer (acho que) quero

ir ao Festival Boom, em Idanha-a-Nova . Digo acho, porque não sei se sou suficientemente freak  para me sentir lá bem e por outro lado parece-me um festival onde há demasiadas drogas, com as quais eu não me identifico de todo....Não preciso cá disso para me sentir em paz com o mundo e em comunhão com a natureza e a energia que tenho contida em mim é mais que suficiente para me divertir e contagiar o próximo. Agora, o lugar é lindoooo , o conceito é maravilhoso e é mesmo aqui- ao contrário do Burning Man que também deve ser mágico, mas fica longe para caraças. Um ou outro deve ser inesquecível e isso é porque no fundo sou uma verdadeira freak "reprimida". Coração selvagem sei que tenho, falta-me perder um pouco mais a cabeça.




terça-feira, 17 de julho de 2012

Antes de morrer eu quero,

Ir passar um passar uma semana a um destino paradisíaco, perdido no índico ou nas caraíbas.   Lembro-me de há uns bons anos ter lido uma reportagem sobre a Costa Rica e o Belize, na extinta Blue Travel que me marcou profundamente (quem me dera recuperar essa revista) . Foi nessa altura que percebi que há muito mais que o sistema  pacote-tudo-incluído e toda uma aventura inesquecível para quem decide explorar indo-ao sabor-da-maré. Suspiro.


The cure for everything is salt water , sweat, tears, or the sea

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Antes de morrer, eu quero:

Andava com vontade de criar um muro , não de lamentação mas de motivação, um lugar onde pudesse exprimir/ expressar as minhas mais profundas vontades e desejos de coisas, mais ou menos relevantes e importantes, de coisas que quero /desejo fazer antes de morrer, quando me deparei com um muro real, onde as pessoas podem mesmo desabafar.

A rubrica vai ser uma realidade por aqui, no entanto a ideia é boa demais para não estar num muro perto de si. Vou ver o que é preciso fazer, boa?