A propósito do final do ano lectivo e de um ciclo (a pré-primária) que termina , das conversas já cheias de expectativa da miúda, das minhas memórias e lembranças desses dias felizes e do meu fascínio pelos objectos com história, recuperei um post antigo sobre um dos meus jogos preferidos do meu tempo e que espero para o ano já conseguir jogar com ela: O jogo das boas maneiras. Como a minha cabeça não pára, resolvi logo por-me a pesquisar sobre a editora ( do antigamente) e o que seria feito dela e do seu espólio. Nada. Quer dizer....encontrei dois jogos à venda, naqueles sites de coisas usadas. Nem pestanejei, afinal são relíquias completas dos anos 70. Chegaram ontem e ainda cheiram a sótão. Hoje já estão na prateleira dos jogos lá de casa e eu estou tão mas tão feliz. pareço de novo uma criança . <3
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quinta-feira, 25 de junho de 2015
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Todos diferentes todos iguais
Ás vezes, mas só ás vezes, o algoritmo da internet (este caso no facebook), faz com que coisas importantes e relevantes se atravessem em determinado momento da minha vida. E parece que agora foi o momento certo para falar sobre um tema que surgiu lá por casa, com a mais velha ( e talvez até comigo). A diferença. Voltando então atrás....Julgo que faço o melhor que posso em ensinar à minha filha o que considero são os valores básicos da Vida, mas cada vez mais acredito que há toda uma herança genética que nos vai sobrecarregando as almas, desde que nascemos e que condiciona a nossa forma de estar. Só assim consigo justificar alguns comportamentos, como aquele que aconteceu na natação, no dia em que ela teve medo duma colega diferente e que durante quase dois meses, a impediu de ir à piscina. O mais estranho é que elas já tinham sido colegas no começo do ano e nunca tinha havido qualquer reacção, mas depois ela não foi durante uma série de tempo e quando regressou foi o que se viu: tenho medo dela, tenho medo de ficar assim, vou ficar assim, chegando mesmo a ter pesadelos. Confesso que é muito mais complicado de gerir toda esta situação do que se possa imaginar: queremos que entendam que as diferenças não são más, nem boas, são só diferenças e particularidades, queremos não dar muita importância ao "drama", queremos continuar a agir naturalmente e não cedendo a "caprichos", mas também não podemos insistir criando outros "traumas" . Coloquei algumas palavras em aspas porque tenho noção que a nossa visão e perspectiva da realidade é totalmente diferente da que vai na cabeça deles. Depois deste incidente foi a cor...outro murro no meu estômago. Aqui sim, fiquei desnorteada, até porque a rapariga que toma conta da mais nova é castanha e ela até tens colegas de outras cores e nações. Acreditem que é um tema delicado e nem com explicações lógicas, livros para ela ( gostava mesmo que existissem mais, mas sugiro já o Orelhas de Borboleta) e exemplos práticos a coisa lá ia, ou então até foi...com o tempo (?!). Outro livro que se atravessou durante este tempo foi A princesa Azul e a felicidade escondida, mas não percebi bem se era para miúdos ou graúdos. Tenho que pesquisar mais. Imaginei que fosse alguma fase comportamental própria da idade, mas só
descansei(amos) depois de falar com a educadora, professora de natação e
uma amiga psicóloga. Não queria de todo ter uma filha complexada, preconceituosa, caprichosa, intolerante, racista, desrespeitosa, mas uma miúda que agisse de forma natural perante o próximo, fosse ele como fosse. Aquela afirmação de que eles reagem ao que os rodeiam, é que estava a dar cabo de mim e foi naquele dia no parque , que me questionei a sério. Estava lá uma criança da mesma idade que a minha filha e tantas outras crianças que por lá brincavam, numa cadeira de rodas. E eu não soube o que fazer, como fazer...será que a mãe dela se importava por estarem tantas crianças a fazer perguntas? será que queria que nos metêssemos com ela, ou que nos metêssemos era na nossa vida? Vergonha, de mim, foi o que tive, por me fazer aquelas perguntas tontas em vez de fazer o que faço com todas as outras crianças que também não conheço. Se os nossos filhos são o nosso espelho, se somos nós a filtrarmos tudo aquilo que em tão pouco tempo têm que aprender, então sou eu que tenho que começar a comportar-me, como quero ser tratada e que ela aja...É que nem todos nascemos ensinados, nem temos o dom de ler mentes, ou agir sempre de coração aberto e puro. Não queremos passar a imagem do coitadinho, mas também a questão do ser especial também pode não ser melhor, ou melhor, mais adequada à realidade . Às vezes precisamos que nos expliquem e ajudem a incluir a diferença no nosso dia -a-dia. Bem, o mais perfeito nisto tudo, é que tudo começou com um like duma amiga no post de alguém ( o tal que me inspirou) e enquanto eu escrevia este texto, outro post que parece atender ás minhas preces: "Activar a inclusão", com a seguinte frase: Mesmo diferentes, somos todos iguais! As crianças sabem bem isso, nós é
que ainda não aprendemos. Inclusão, mais do que aceitar, aprender… (Talvez não concorde a 100% com a afirmação que as crianças o sabem, não
só pelo episódio (que já está aparentemente resolvido) que contei, mas
também pela cru eldada, com que oiço alguns a reagirem perante pessoas
obesas, anões, sem dentes ou sem cabelo, com sinais na cara, sem algum membro,etc e e tal). A isto eu chamo um momento obrigada universo ! (e Rita, que "sem querer" ajudaste ) É bom que se fale abertamente e na primeira pessoa sobre tudo isto, de modo a que não se isolem e nos ajudem a saber como lidar perante essas outras realidades.
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Happy aka momento obrigada Laura
Vá , podem me chamar de esquisita, aceito. Mas como sou anti-modas e sobrecargas de vídeos e partilhas estapafúrdias e notícias fictícias fora do tempo e acções inflamadas americanadas e histerismos colectivos, sou capaz de deixar escapar algumas coisas importantes. Não faz mal até porque chegam tarde, mas chegam sempre a tempo. Quis o destino a minha mais velha, que conseguisse ouvir pela primeira vez, esta música até ao fim e tacharammmm, só este fim de semana tenha visto o vídeo .
Desde então, quase que tem sido obrigatório, ouvir uma vez por dia, tipo bom dia alegria, enquanto nos abanamos e saltamos e dançamos à parva, as 3 . Sim que a mais nova já se abana e bem para delírio das fãs. A ver se registo o momento digno de entrar para o vídeo livro do bebé. Sim, é que afinal bastam-me elas (e ele) para ser feliz, por isso tocá celebrar!
quarta-feira, 27 de maio de 2015
E agora quem me pára? nem o calor !
Por amor faço e como muito amor recebo. Se ela diz UAU (e até para a televisão para experimentar e tirar foto) é tudo o que preciso.
Aqui está a saia pavão, para a minha vaidosa-cor-de-rosa , que só por acaso está gigante.
Também vai haver a versão azul-original, que acho que ainda vai ficar mais linda ! A ver é se me sobra algum tecido para fazer um top para a bebé.
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Momento obrigada universo, em Analógico
E cá estão. Uma parte delas. Saíram muito melhor do que esperava e algumas até têm que ir já, para sítios especais, como paredes. Pelo menos para mim. A parte maravilhosa, é que ficou registado a primeira ida à praia da Júlia ( sendo que nós já tínhamos todos feito praia no ano passado, quando ela tinha um mês, mas isso não conta. ) Só mais uma coisa, para ficar aqui escrita: Ela não gostou nada de areia seca e adorou a molhada. A água, bem...estava fria. Quanto
à surpresa e a adrenalina que é tirar e revelar em analógico, só me
resta prometer a mim mesma que tenho sempre que a continuar a levar.
Para toda a parte. O lugar, onde nos sentimos sempre em casa , é sempre o mesmo, mas consegue sempre surpreender nos e revelar se em nós como uma energia renovadora. É sem dúvida mágico. Pelo menos para nós.
todas as imagens são de minha autoria
YASHICA TL ELECTRO X + KODAC GOLD COLOR EXP.
terça-feira, 5 de maio de 2015
Dia da mãe (variação escola)
Se eu fosse a minha mãe....
Brincava com a minha filha, fazia jogos difíceis que ela não consegue fazer e eu ajudava-a!
Usava sapatos de salto alto, vestido comprido com roda e também uma peruca branca e baton.
Gostava de fazer bolo de banana para a minha filha e para as primas.
(o meu desenho ficou na parede, mas trouxe o colar lindo que ela me fez)
Mas como sou a filha....
gosto muito de ti ! Gosto quando a mãe me ajuda a fazer livros e colagens com ela. Também gosto que me leve de férias na Zambujeira. Beijinhos e abraços.
Brincava com a minha filha, fazia jogos difíceis que ela não consegue fazer e eu ajudava-a!
Usava sapatos de salto alto, vestido comprido com roda e também uma peruca branca e baton.
Gostava de fazer bolo de banana para a minha filha e para as primas.
(o meu desenho ficou na parede, mas trouxe o colar lindo que ela me fez)
Mas como sou a filha....
gosto muito de ti ! Gosto quando a mãe me ajuda a fazer livros e colagens com ela. Também gosto que me leve de férias na Zambujeira. Beijinhos e abraços.
Adoro o pijama da Juleca e os seus cabelos laranja. Quanto ao pai que veste sempre preto, lá continua ela a vesti-lo de verde . Há um intruso de quatro patas no desenho que espero mesmo que seja apenas um animal-amigo imaginário....
terça-feira, 31 de março de 2015
Faz tu mesmo # páscoa
Ainda vou a tempo de entreter a criançada para a caça dos ovos, certo? começei a fazê-los ontem à noite e só não os terminei, porque a miúda tinha que se ir deitar e queria muito ajudar a fazer outros olhos, escolher outras cores e colar os coelhinhos. Escusado será dizer que ela não viu os ovos de chocolate e só os vai
ver no sábado, quando depois de espalharmos os ditos coelhos lá no
jardim infinito do Alentejo, eles aparecerem recheados de gulodices ,
como que por "milagre" (shiuuuuuu). Falta precisamente fazer os disfarçes dos coelhos, que lá vão deixar as amêndoas da Páscoa, que no fundo é só mais um pretexto para passar bem o tempo com a miúda e de nos divertirmos todos em família.
O molde pode ser retirado no sítio onde descobri esta linda ideia .
segunda-feira, 9 de março de 2015
A realizar sonhos, desde que nos derretem o coração
Na véspera de fazer 6 anos, surpresa das surpresas , a minha primeira sobrinha pediu uma pinhata do floco de neve do Frozen. Isto sob pressão até parece que sai melhor ! Depois o bolo acabou por ser uma piada, na continuidade do tema. A minha irmã só me tinha pedido um bolo, mas eu entusiasmei-me e voilá. Um bolo de cenoura com cobertura com neve de Arendelle e a visita inesperada da rainha do gelo, Elsa. ;-)
A verdade é que até um tema piroso , pode ser único e original. feito aqui em casa, por nós, com todo o Amor do mundo. E nós por aqui, ficámos tão contentes que até somos capazes de aceitar encomendas.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
A minha vida sem mim
Sei que não estou só. Sei que tantas outras mães estão neste momento com o coração mas mãos, a sofrer por antecipação ou a trabalhar completamente contrariadas. Sei que muitas conseguem dar a volta, mas a maior parte de nós, não. Mesmo aquelas que como eu têm a cabeça a mil e têm mil e uma (boas) ideias mas que no fundo dão mais trabalho que o maldito dinheiro. Ou então é só cobardia em largar tudo e viver sem medo. Ou será, sem dinheiro? Não. Não é justo. Não quero ter que ir trabalhar, para ganhar, para conseguir pagar a alguém, para ficar a tomar conta da minha bebé. Ela precisa de mim, tanto quanto eu preciso dela. Não pode ser só uma questão económica. Todas falamos do mesmo, quase todas sentimos o mesmo, mas muito poucas podem fazer aquilo que uma mãe é suposto fazer. Tomar conta da sua bebé. Quero lá saber dos convívios e brincadeiras e sociabilizações e actividades. Não preciso nada de tempo para mim, para ocupar a cabeça, para produzir, para ter o meu papel na sociedade. Ela é só um bebé. E eu posso só ser a mãe dela enquanto ela o é ? Não tenho pressa nenhuma, porque sim o maior dos clichés é a maior das verdades: o tempo voa. E foge. E eu não tenho pressa nenhuma, a não ser em estar agora com ela. Colo e mimo. Precisa ela e preciso eu. Porque raio há de ir para um lugar que não é o dela, estar sujeita a ritmos e horários que não são os dela e ser apenas mais uma a ser alimentada e cuidada. Tem tempo. Aliás tem toda a vida pela frente para esse aborrecimento que são as condicionantes da vida, mas eu já só tenho metade. E ela é só um bebé com os seus ritmos e já vontades , mas é sobretudo a minha filha, que eu devido ter e que queria conseguir criar. Pelo menos até ela fazer um ano e aí sim , ir para a escola onde sei vai ser bem amada. Por agora só(?!) queria ser eu a estar ao lado dela quando for a sua primeira vez a rebolar, a dizer adeus, a bater palminhas, a gatinhar, a querer dar-me a mão, a ouvi-la dizer mamã , a andar nos baloiços, a ouvir as enormes gargalhadas, a ver os seus olhos a brilhar, a vir a mim, a trocar mimos a mimar , a andar, a querer o meu colo. Devia ser um "direito" e não uma angústia, este sufoco que vai ser entregar a minha bebé a outros para tomarem contra dela. Quero ser eu. A sua mãe. Pois. É oficial. Os 40 chegaram e com eles uma bebé linda e maravilhosa e a famosa crise da meia idade. Não é justo. Estou tão estupidamente feliz, nesta nova maternidade, tanto que senão fossem os ditos 40 era bem capaz de fazer isto para sempre....
(dicas e empurrões aceitam-se. obrigada)
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Presentes de natal # os crescidos
Foi à última da hora que decidimos lançar-nos nesta aventura que é fazer cosméticos caseiros, mais concretamente sabonetes, meio que às cegas... Mas quando metemos uma coisa na cabeça, não há quem nos demova. Descobrir receitas foi um filme. Encontrar ingredientes a tempo, outro. O resultado foi surpreendente primeiro porque cheiram mesmo bem, segundo porque fazem espuma e por fim deixam as mãos mesmo macias.
A base é o leite de cabra, depois adicionámos 3
texturas e cheiros: Alfazema, Jasmim, Aveia e Mel. O pacote também é
caseiro, aproveitando um dos muitos carimbos , que um dia tivemos a
sorte de encontrar na feira da ladra e que assenta na perfeição no tema.
Só tenho pena de não ter uma letra deslumbrante, que faria certamente
com que a embalagem fosse ainda mais-que-perfeita. Para primeira
experiência diria que superou as expectativas, agora é afinar detalhes e meter mais vezes as mãos à obra. Não somos só nós a dizê-lo, os felizes contemplados , também.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
se fosse pequenina, queria ser como ela(s)
Por mim, estava sempre a falar das minhas filhas. Todos os dias aprendo com elas. A mais velha então está mesmo refinada. É claro que a Laura não é mais nem menos que as restantes crianças da mesma idade, mas é a minha e para mim é especial de corrida. Ainda não andando na escola, tenho a dizer que e (bem mais) mais criativa e inventora, do que dada a números e sobretudo letras. Tem a quem sair....A mim, porque não paro quieta, ao pai porque tem sempre maneira de resolver qualquer situação. Monta esquemas, constrói instrumentos, faz livros e faz desenhos como ninguém , desde os 3 anos. A exposição é permanente e difícil é escolher entre todos os desenhos que faz diariamente....Estes são só alguns e lá está, não são extraordinários ?
Enquanto vanglorio a mais velha, delicio-me com a mais nova ali sentada, a palrar com o gato que não lhe liga patavina, enquanto se atira para a frente ( para cima da cama de almofadas) e se frustra por não conseguir sair dali. Acabou-se o sossego, lá vai mais uma a caminho das suas aventuras e audácias....
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
(Ponto da situação)
Tenho que dar o braço a torcer...ao pediatra ( em quem devemos mesmo confiar) e à minha filha (por ser tão genuína e simples) . Ah ! E tenho que começar a verbalizar e falar em voz alto, mais vezes e assim que começo a ficar com dúvidas e sobretudo antes de começar a sobre-pensar. Já o contrário aposto que muitos o confirmam... Não vos acontece, que assim que começam a falar das coisas boas e vangloriar os bons feitos e frutos da vossa educação, tudo começa ( ou pelo menos parece) a desabar ? Eu não me atrevo a dizer o quanto dorme a minha filha, com medo que algo aconteça ou alguém me lance uma praga, irra ! Mas voltando ao ponto de situação e ás consequências dos últimos "queixumes " . Como é óbvio a primeira noite ( da união das manas no mesmo quarto) não correu lá muito bem, mas a segunda correu melhor e a terceira ainda melhor e talvez consiga afirmar que tal como o especialista tinha avisado, daqui para a frente tudo se compõe. Não sei se é sorte ( ai que tenho que controlar as palavras), se é disciplina e rigor, mas ė certamente a segurança das rotinas e a nossa sintonia do/no amor, que facilita muito nesta tarefas. Isso, a descontracção , a não antecipação dos problemas ( mas quem é que segue e acredita em aplicações do telemóvel?! ) , mas sobretudo o conformismo quanto à resolução do que pode mesmo não ser um problema. Calma e tempo e pedir respostas em voz alta. No primeiro dia agonia-se com a sopa, noutro já a quer comer sozinha com a colher; não gosta de fruta de nenhuma maneira, mas num improviso acaba por comer todo o puré de maçã , na papa que a mamã comprou enganada; Já ninguém vai dormir direito nesta casa, só até ao dia em que somos nós a ter que as acordar. Ah pois é. Até aqui ( afinal), está tudo bem. Sem fundamentalismos, com algum instinto e muito coração, mas também com ponderação e razão. E ė isto, por agora...
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Na ponta da língua #
Hoje de manhã, a mais velha pedia-me para lhe contar uma historia enquanto tomava o pequeno almoço. Como sempre, alias. tinha um papel a frente e perguntou se aquele era o Jesus. Não, parecia mais um anjo, o Gabriel. E Lembrei-me de lhe contar precisamente, o que me lembrava dessa história- muito à minha maneira. Não foi preciso muito, que as tantas o enredo mudou, graças a sua graça.
- E então o Anjo Gabriel disse a Maria ,que ela ia ter um filho, que seria o Salvador...
- Ah mãe ! Eu também vou ser salvador !!! quando for grande ! vou ser Nadadora- salvadora !!!
(ahahhahaahhahahahhahaahhahaha)
Mas ela é tão esperta que ainda acrescentou que durante o resto do ano iria ser veterinária.
Obrigada Laura, por me fazeres sempre feliz, ainda mais.
Quanto ao resto já se sabe. Ando a mil a tentar acabar os presentes FTM# deste ano. Voltarei em breve com a foto-reportagem. Feliz Natal. HoHOHoho
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Antes que me esqueça #Natal
Antes que me esqueça coisas que quero (e preciso) mesmo para o Natal:
Uma picadora/varinha magica e uma fórmula/maneira de conseguir ficar em casa com a minha bebé até ela fazer um ano.
terça-feira, 16 de setembro de 2014
os 5 deliciosos anos # A festa
E aqui está ela. A festa para os amigos da minha Laura. Com uma semana de atraso (devido ao maldito e falso alerta amarelo) e que teve as suas coisas boas e menos boas. As menos boas foi que não conseguimos ter toda a gente junta no mesmo dia e não tivemos ajuda ( se sem um bebé era praticamente impossível montar tudo a tempo e horas, com ela era mesmo uma questão de sorte). As mesmo boas foi que praticamente todos os seus amigos e amigas estiveram presentes e conseguimos ter tudo pronto a tempo e horas ! Para melhorar, talvez o stress tenha ajudado a resolver de forma ainda mais que perfeita os ditos bolos em forma de gelado, mesmo em cima da hora. Depois posso explicar. Mas o que importa é que ficou tudo como queria e correu mesmo bem. digo isto com tanta certeza porque ela (a pessoa mais importante) adorou ! <3
todas as fotografias são de minha autoria
(sim, até me sobrou tempo para isto!)
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
making of 5 deliciosos anos # o dia antes
O tema estava escolhido. GELADOS! e depois foi começar a pesquisar, inventar e visualizar a festa. Havia um bebé a caminho por isso fui recolhendo ideias e objectos pelo caminho, para que uma semana antes da da festa só faltasse decidir e fazer a ementa. Aqui se seguem os apontamentos da festa dos 5, onde pela primeira vez ( e porque a miúda já começa a meter o nariz) não fui eu que fiz o vestido.
As cores e a imagem
Os jogos e as brincadeiras para se entreterem as crianças:
ardósia autocolante e giz + lápis de cera em forma de gelado
O saquinhos de agradecimento para os amigos, com o famoso biscoito com o número 5 (feito pelas duas)e os crachás/imans com a foto da miúda no respectivo número da porta (já venho mostrar a restante colecção) + umas borrachas miniatura pelas quais me apaixonei e só poderiam vir do Japão. (sim esta ano não consegui inventar nada para serem eles a fazer)
Alguma decoração
Ainda houve tempo para uma pinhata surpresa feita pelo pai à ultima da hora e uma banca de gelados (banca de mercado de cartão do ikea pintada de cor de rosa) e respectivo set, que foram um autêntico sucesso....Já a seguir, toda a festa !
Ps: acho que ninguém faz a ideia do trabalhão que isto dá, mesmo que haja milhares de ideias por toda a net. Se não tivesse tido mais uma filha, diria que esta tinha sido a última, sendo assim tenho que planear pelo menos mais 5. A parte gira é que a mais velha já deve gostar de gincanas e caças ao tesouro e afins, que estou desejosa de preparar. ;-)
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