Mostrar mensagens com a etiqueta filmes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta filmes. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Festival play 3

E lá fomos ao primeiro fim de semana do festival Play, no cinema São Jorge, com a maiúscula e a minúscula. Nem que fosse só para ir ao cinema são Jorge, acho que valeria a deslocação, mas depois há curtas maravilhosos e inesquecíveis, por isso não entendo como as sessões estavam mais vazias que cheias, no Domingo de manhã então ....O mau tempo não pode deveria ser desculpa e os bilhetes não são assim tão inacessíveis. Para a semana há mais e porque o cinema e a música andam de mãos dadas, apresentamos este ano um evento muito especial – uma sessão de cinema com música ao vivo de Rita Redshoes. Uma oportunidade única de ver o filme O Balão Vermelho, de 1956, realizado por Albert Lamorisse. Já temos preferidos, sobretudo na sessão Alguém que me compreende , onde cada curta é melhor que a outra ( Mimi & Lisa Katarína Kerekesová Princess Marie-Sophie Chambon My 2014 Neighbor Anya Zulueta Bunny New Girl Natalie van den Dungen Due Piedi Sinistri Isabella Salvetti ), mas houve uma da sessão Mudar o mundo, que me marcou, não pela beleza mas só e apenas pela mensagem. Acho que deveriam mesmo perder 3/4 minutos a ver...


 
As sessões para a minúscula eram deviam ser lindas, mesmo que só tenha conseguido ver alguns instantes, visto que o restante tempo passei de costas para o ecrã mas de olhos (zonzos) nela, que estava tão mas tão contente que não parava quieta. Ela e outros tantos que aquilo foi é uma animação na plateia. Mas agora a sério, vão que é mesmo bom.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

curta-animada # where is my mind

Amanhã e durante dois fins-de-semana (durante a semana vão as escolas) começa a 3ªedição do festival internacional de cinema infantil e juvenil de Lisboa o PLAY.
Somos espectadores assíduos e  ouve algumas curtas que ainda hoje são faladas lá por casa, como o kiosk, my strange grandfather, my mom is a aeroplane, ou a zebra. Mas a parte mesmo boa que este festival nos trouxe, foi o entusiasmo,tanto mas tanto, que  por brincadeira acabámos por fazer a nossa primeira curta metragem, numa tarde de domingo chuvoso, faz agora 2 anos.  Ainda ontem quando o revimos ( suspirou a maiúscula: ah velhos tempos....ahahahahhahah) ficamos espantados com o resultado totalmente improvisado, feito no momento, com uma miúda de 4 anos super empenhada e divertida, com o paciente pai e a impaciente mãe. Até a música, que só escolhemos depois da montagem final, assenta na perfeição. Os detalhes são preciosos e só demonstram que juntos fazemos magia, com aquilo que mais temos, muita vontade ! Ficou combinado que vamos voltar a fazer outra ( por ela era já ontem à noite), mas por agora, deliciem-se e não percam uma ou outra sessão. Eu vou só ali limpar a baba e já venho

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Que mais me passou ou anda a passar ao lado ?

Não minto, mas tenho vergonha. Não minto que só agora conheci este projecto , depois de o ter visto aqui na prateleira-de-baixo .É mesmo por isso que tenho vergonha, por só agora o ter conhecido, sobretudo quando estive num curso de arquitectura ( tantas, mas tantas perguntas que me faço....) Juro que fiquei sem palavras, talvez ainda combalida por estes reality checks vs fantasmas do passado, mas também pelo mar . Continuo a engolir em seco quando percebo que também há um filme do Godard (não me digas que até o tenho lá em casa...) , ainda por cima tem uma música absolutamente linda e que agora que também me faz soluçar. Inspiro e respiro.




  Inspiro, expiro, respiro e continuo a descobrir o Livro. Parece-me tudo mais que perfeito.

[...] 

O escritor chamado Malaparte
escolheu um lugar dessa ilha
(a ilha que se chama Capri)
para construir a casa onde melhor escreveria.

Como tinha mau feitio,
depressa dispensou o arquitecto Adalberto
e a casa foi crescendo, sem ordem nem projecto,
com os materiais que ali havia.

Rochas, mar, horizonte, solidão. 
  


[...]  

A colecção «Casas com nome» pretende reunir um conjunto de casas exemplares, arquitecturas paradigmáticas do século XX, revisitadas através de uma dimensão literária e imagética. Apesar de contarem histórias reais, os livros são habitados por casas que ganham vida própria: casas que são máquinas, casas que são sonhos, casas que são dentro e casas que são fora. Casas que são gente.  

O primeiro livro da colecção — «A casa do senhor Malaparte» — conta a história de uma casa especial construída na ilha de Capri e das ligações desenhadas entre o arquitecto, o cliente, o mar e o horizonte


Mas se as meninas e os meninos querem suspirar comigo, sugiro que ainda  vejam este vídeo publicidade a uma marca de roupa, que mostra ainda como esta casa de 1937 mais parece é do(um) futuro  . reeenhauuuuu......ah pois é....

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Spoiler (que devem mesmo ver)

Este fim de semana começa o Indie ( ai que saudades, ainda te lembras das correrias e sessões ininterruptas meu amor ?) e o Indie Júnior. É que num fim de semana , imprevisível de chuva , vem mesmo a calhar, mas também porque os filmes são mesmo bons, ora façam lá o favor de rir  e ir.


Se por acaso ainda existir por aí um adulto (diria não Pai) que queira sugerir algum filme imperdível aqui para os mais velhos,  ordeno-o que o faça. A nossa sanidade está a precisar de filmes para mais de 18...

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

E esta , hein?!


Mas como é que eu só soube hoje, que a família Von Trapp , que tantas alegrias me deu desde que me conheço e que no fundo continuará sempre a dar, afinal sempre existiu ...


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

A nossa primeira curta- animada

E uma pequena brincadeira, improvisada e sem ser nada pensada, feita ao sabor do momento, pelas mãos dum pai, uma mãe e uma criança de 4 anos, enquanto nos noticiários pediam para que a população não saísse de casa, sem termos dado pelo  lusco-fusco e pelo anoitecer, com muita risada e cantorias pelo meio, resultou numa pequena curta-animada que a todos nos surpreendeu...Também nós ficámos de boca aberta com o resultado. Esperamos que também vos consigamos fazer sorrir por breves minutos. Pisco o olho e até já !

 

domingo, 9 de fevereiro de 2014

PLAY

Se não foram, deviam ter ido ! De 1 a 9 de Fevereiro decorreu no cinema São.Jorge o PLAY festival internacional de cinema infantil e Juvenil de Lisboa. A variedade era imensa e conseguimos ir a 3 sessões (dos 3 aos 5 anos), com os temas que mais interessavam: Mudar, Ser Diferente, Alimentos e Amizade. A sala estava longe de estar cheia e não serão os preços nem o estado do tempo desculpa para se perder uma oportunidade destas. Não entendo e pronto, depois não vão para lá chorar quando mais este fechar ou queixarem-se que não há programação cultural para as crianças....Houve curtas lindíssimas e que por aqui por casa não nos deixaram indiferentes e por isso aqui as partilho e guardo para memórias futuras. Agora tenho que ir, que só nos falta uma !

 
  tenho que acrescentar este, que foi mesmo um final feliz em grande !Tanto que neste momento estamos todos cá em casa a fazer a nossa própria curta ;-)

terça-feira, 15 de outubro de 2013

a nossa vida não é um filme (mas ás vezes sabia bem se fosse)

Foi por esta altura que me encantei com ela, a mãe que capotou. A forma como escreve é inacreditável e prende-me a cada palavra. No post em causa fala num filme que ficou guardado na minha memória e assente na minha agenda, por isso quando soube que iria estrear na festa do cinema francês fiquei em pulgas. Foi a caminho da viagem que fizemos no fim de semana que soube e que estreou, mas quis o destino que ainda hoje houvesse nova oportunidade no Instituto francês. Decidi e entre correrias e crianças lá me lancei a ele, sozinha. Não controlamos nada e assim é a vida. Mas é tão curioso quando ela nos coloca à frente as pessoas certas e em hora quase certa. E foi precisamente esse ajuste dum segundo que fez a diferença, não toda mas a suficiente. Todos nós deveríamos ter uma segunda oportunidade digo. De ouvir a voz. De sentir o cheiro. De fixar com o olhar. De conversar. De dar um último abraço. De sentir tudo de novo mas de modo diferente. Nada muda, excepto o reconforto da despedidas e dos recomeços. Mas antes que me perca: Obrigada Carla ! Porque já tenho quase 40 e porque a vida me está sempre a dar novas chances e de me apresentar pessoas espectaculares e porque essa possibilidade de fazer algo com aquilo que nos é dado, tem que ser devidamente reconhecida e dita em voz alta e com todas as letras. Não quero que nada fique por dizer e muito menos fazer. Sempre foi o que fiz, mesmo que não tenha sido no momento certo. Só isso poderia ter ditado um outro presente, mas é este aqui e agora que me interessa- quem é não gosta de acordar cheia de beijinhos e abracinhos , do ser pequeno mais maravilhoso do universo? Tem sido um prazer este começo de viagem e só pelo facto de eu ter visto este filme hoje e logo depois, um simples e singular sinal do passado  * ter irrompido à minha frente e me ter acelerado o coração, rasgado um sorriso e me ter deixado com os olhos em lágrimas, tenho que estar grata.  Às vezes são precisos perfeitos estranhos, ou pessoas que ainda não nos conhecem com o peso do nosso passado, para nos fazerem ver que afinal somos alguém, não muito diferente de todos os outros, que afinal também são pessoas comuns. Nada acontece por acaso e eu tenho a sorte de estar atenta e predisposta a lidar com ela. Camille redouble ainda vai estar por aí, por isso , passa ao outro e não ao mesmo . E agora se me desculpam vou comprar um walkman amarelo e ouvir aos altos berros e dançar i'm walking on sunshine . yeah yeah !

 * - Em casa dos meus avós havia uma divisão, que era um escritório sala de estar forrado a papel de parede. Chamava-mos-lhe a sala das palmeiras porque era esse o desenho. Ontem, ao sair do cinema, esbarrei com um vestido com precisamente esse padrão, i g u a l ....

domingo, 15 de setembro de 2013

Cinema esconde-te e foge !

Ponto de encontro revelado dois dias antes. Local revelado na hora. Espírito aventureiro. Mistério. Estes são os ingredientes desta aventura. Ainda há pouco falei nisto, aliás penso recorrentemente nesta ideia brilhante. Uma das melhores coisas que trouxe de Berlim foi , para além de ser uma enorme e maravilhosa surpresa, uma ideia que ,por virtudes de sermos mais que muitos, não se chegou a realizar mas que me ficou para sempre marcada. Deixei o meu email e ainda recebo os ditos convites, em alemão (que agora graças ao translate ganham uma dimensão ainda mais extraordinária, mesmo que virtual) para as ditas sessões de cinema Esconde e Foge. É claro que termos tido conhecimento dum evento tão marginal , só com ajuda de quem vivia e respirava Berlim: Polliejean na altura Bolas de Berlim, agora e alguns anos depois, de regresso a Lisboa em Bolas de Berlim (sem creme). Quando lá estivemos foi por um triz que teríamos o privilégio de viver a aventura, mas por razões que já não me lembro o evento foi cancelado. Restou-me o consolo de receber as directrizes por email, mas até isso pensei que tinha perdido ou apagado algures , até hoje e agora. Acabei de receber o próximo acontecimento a realizar-se na segunda-feira. Lembro-me de ela contar os sítios por onde já tinha visto estas sessões de cinema alternativas e ás escondidas e de sentir uma adrenalina espantosa e agora depois de ler e perceber o que e onde se vai passar fiquei ainda mais expectante. Só me falta é estar lá e isso é a pior parte, porque o risco esse fascina-me. A ideia é simples: sessões de cinema em lugares perdidos e escondidos e alguns proibidos da cidade, sejam caves, jardins, sítios que incluam subir escadas e cordas, túneis, bunkers, palácios abandonados, etc e tal . A próxima sessão fala em "Edifícios de tijolos, estruturas metálicas, corredores e túneis.um lugar onde foi guardado e gerido álcool.Tanques gigantes por fora e dentro  piscinas de natação paradisíacas. Documentos nos gabinetes das Villas operacionais vêm de Weimar e os tempos nazistas." a tradução é manhosa mas não posso revelar tudo, faz parte dos que fazem parte este género de secretismo...Percebi entretanto que a associação, tal como outros ícones de Berlim ,fechou mas pelos vistos não a vontade de continuar a trabalhar e a criar . Acho que Lisboa tem sítios suficientemente adequados para serem ocupados temporariamente por noites de cinema clandestino, escondido e underground, alguém tem coragem de se juntar e fazer com que isto aconteça? Digo-vos já que seria sensasionalmente audaz e perigoso , bora?

terça-feira, 30 de julho de 2013

Les Amours Imaginaires

Fixação 

s.f. O ato de fixar, de estabelecer. 
Psicologia. Formação de um hábito ou uma associação. 
Química. Operação que torna fixo um corpo volátil

...

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Back to black

sem mais  palavras e mais demoras, este é o pai da minha filha  há pouco mais de 30 anos....<3

back to black

Ontem foi noite de ver(ificar) os filmes super8 e 8mm que comprei na última incursão á feira da ladra. Já aqui tinha desabafado um dia , por um lado as boas memórias que este tipo de filmes me deixaram e por outro a revolta por todos esses que fizeram e faziam parte de mim terem ficado perdidos, nesse passado que uns fizeram questão de apagar. Havia os nossos mas também haviam os que se alugavam para ver nas minhas festas de anos ou noutras alturas: O Charlot, o bucha e o estica e pequenas animações da Disney fazem parte de mim desde sempre  e uma vez perdidos, gostaria de voltar a achá-los. No outro dia falei dos acasos, nem a propósito....

Ontem ao projectar na parede as duas últimas aquisições fui gratificada , novamente pela sorte ou como prefiro dizer: tenho uma sorte do caraças ! Duas bobines, duas surpresas. Uma delas tinha uma série de pequenos episódios da Disney que reconheci como se os tivesse visto ontem e a outra tinha o meu querido Charlot (Charlot rentre tard)- não preciso de alongar na descrição de tudo aquilo que senti pois não?
A parte chata é o facto de serem tão curtinhos, mas  a parte boa é ter ao lado uma caixa cheia de outros achados e comprados ao longo dos tempos. As imagens que se seguem não são reveladoras da surpresa que foi visionar um conjunto de filmes caseiros dos EUA nos anos 50, que prometo um dia filmar e mostrar. Mas melhor que ver os filmes dos outros é termos o privilégio de nos vermos a nós há mais de 30 anos...
É que apesar de eu nunca mais me ir ver em bebé a não ser em muitas fotografias, a minha outra metade tem uma série de filmes desde que era bebé e lhe deram o seu primeiro banho. Ontem aproveitámos o embalo para ver mais uma série deles, desde idas ao campismo, ao zoo de Lisboa, festas na escola ou até a sua festa de aniversário e a sensação é tão grandiosa que  não consigo resistir em partilha-la como o mundo.  Já a seguir....

sábado, 1 de dezembro de 2012

Pela estrada Fora





Memory and dream are intermixed in this mad universe, isso ou o efeito das drogas que é bem capaz de ser o que estraga (digo eu) a genialidade destes senhores, da geração Beat. Diz que as fotos são do poeta Allen Ginsberg. Já o livro do Kerouac é um mito que só agora me apercebi existir em filme. 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Antes de morrer eu quero #

cumprir várias vontades numa só viagem: conhecer a Islândia, assistir ao festival Iceland airwaves , mas sobretudo quero mesmo assistir a uma aurora boreal  ! por enquanto vou sonhando e delirando com fotografias, filmes (como o que se segue) e programas de tv absolutamente fabulosos.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Antes de morrer quero #

Ver e/ou ter todos estes filmes do Godard,  as vezes e na altura que quiser, sem pausas e interrupções, uns sozinha outros acompanhada e rir muito e chorar ainda mais.

 

São tantos e tão bons e tão difíceis de encontrar (de modo fácil, barato e acessível) que o mais fácil é todos (os meus amigos imaginários) se juntarem e oferecerem-me The ultimate collection, vá... um destes dias ! Prometo partilhar com ou sem pipocas....



terça-feira, 23 de outubro de 2012

Macacos de imitação

A propósito de documentários, uma vez que anda por aí o DocLisboa, relanço uma questão  levantada em "what makes us humans?" passado há uns tempos na 2: e que sempre me fez pensar. Deram a um macaco uma tela, pincéis e tintas e ele pintou vários quadros. Levaram um desses quadros ( sem identificar o autor) a uma galeria e uma perita em arte esteve a analisa-lo e avaliou-o: Disse que era uma obra de arte, enquadrou-o num movimento artístico, elogiou-o, pensou ás tantas ser um Pollock, avaliou-o em cerca de 500 mil dólares, mais coisa menos coisa. Depois, o apresentador disse que era dum macaco e ela inverteu o discurso totalmente e disse que sendo assim não valia nada! Não entendo....é isto que nunca entendi! É claro que eles depois enquadram isto tudo muito bem ao avaliar os cérebros de humanos e macacos e a explicar as diferenças. Mas se o quadro valia por si só e era uma obra de arte, não me venham com histórias das cargas emocionais, sociais e culturais que servem para justificar tudo e mais alguma coisa. Será que tudo precisa de ter uma história e uma lógica para ser válido? E até que ponto isso justifica uma obra abstracta?

É esta a questão que aqui coloco e outra, afinal quais destes dois quadros será o do macaco, o da esquerda ou o da direita? (quem viu o documentário, abstém-se de votar, tá?)