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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Vamos ás compras ? # jogos de família

As coisas doutros tempos, já se sabe, são uma paixão que tenho ...Então se tiverem lindas ilustrações e dêem para jogar com a pequenada cá de casa, perfeito ! As idas à feira da ladra têm destas pequenas , mas grandes surpresas. É que este tem sido o jogo preferido e repetido destes novos fins de tarde, mais escuros e frios e já passados no quentinho da nossa sala. Entre muitas outras invenções e animações  das duas irrequietas, aventureiras e criativas miúdas cá de casa. Agora que a maiúscula já sabe ler e que está no espírito da coisa ( esta semana ainda não ligámos a televisão iéeeeeeeeeeeeeeee) vou então tirar da prateleira o outro jogo, o meu jogo,   aquele que também joguei vezes sem conta e que agora vai fazer todo o sentido.





Entretanto estive a tentar pesquisar  pela data deste jogo, mas infelizmente não encontrei nenhum tipo de informação . Uma boa ideia seria eu conseguir catalogar todo este universo MaJora....Alguém me ajuda? ( as fotos são de minha autoria)

terça-feira, 10 de maio de 2016

O Livro mais que silencioso

Estou sempre a repetir-me , eu sei....mas as saudades são mesmo assim, multiplicam-se e dividem-se e somam-se e subtraiem-se aos meus dias, à minha vida. Mais quando precisava mesmo dela para me ajudar a não ter medo de arriscar a meter as mãos nos tecidos e nas linhas e a fazer coisas bonitas, como as que ela fez....Queria fazer um quiet -book para os 2 anos da minúscula. A ideia surgiu depois de ter visto o maravilhoso trabalho que a M (amiga dos blogues) fez no ano passado para a sua bebé.  que nem me passou pela cabeça que pudessem ser feitos , assim de forma caseira. Desde essa altura que comecei a pesquisar , investigar, separar, guardar, planear, imaginar....tenho tudo organizado, em esquemas num caderninho, mas o plano , que  pressupunha que eu iniciasse em Janeiro e fizesse pelo menos 1 por mês , já era...Estamos em Maio e daqui a 2 meses a minha bebé vai deixar de o ser e o livro só está todo feito na minha cabeça. Eu sei...não devia....devia era parar de pensar e duma vez por todas agir! fazer ! começar ! Falta-me coragem, entre tantas outras coisas. Tenho medo de avançar porque temo falhar, porque sou demasiado exigente comigo e com tudo o que me empenho a fazer. Falta-me  a minha avó, para me segurar a mão e amparar a queda. É que sem rede é tão dificil dar saltos....
 
Perdi uma tarde a olhar para esta capa de almofadão, que ela fez . Parece tão simples não é? Mas não é. Queria perceber como se faz, como e por onde se começa, ter a paciência e sapiência para conseguir transformar os pequenos e muitos retalhos dela num livro inesquecível para todas. Não vou a tempo de fazer um workshop em bordado ou algo parecido, mas vou a tempo de arriscar. Será que vou ser capaz?

quinta-feira, 5 de maio de 2016

R espiga R

Esta- a da direita- é a nossa nova espiga, que vai tomar o lugar da outra - a da esquerda- que ficou todo o ano pendurada na porta de nossa casa, como aliás já tínhamos feito em anos anteriores. A explicação para as crianças, que devem ser curiosas, pode ser lida aqui , duma forma bem simples e eficaz. Agora é juntar as mãos e tentar acreditar que nada nos faltara com mais esta "ajudinha".

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Faz tu mesmo # jardins suspensos

A primavera já chegou (?!) e esta semana vai-se comemorar o dia da Terra. Na verdade isto anda tudo muito confuso , sobretudo pela falta do sol e da sua vital vitamina D e é por isso que vamos ocupar as mãos e a cabeça, fazendo fé , que com  tudo isto, o universo se volte a alinhar. Tudo são boas desculpas para fazermos coisas , para construirmos momentos e um futuro melhor para e com os nossos filhos. Eu adorei recordar o macramé e a maiúscula aprendeu num abrir e fechar de olhos (a gora quer fazer uma rede para apanharmos peixes no verão) . O resultado são dois mini jardins suspensos. O grande, que escolhi tingir com a técnica da Rosa pomar,  tem cenouras , pois foi  inspirado na receita para o mês de Abril da Inês Milagres do meu lindo calendário.  O  pequeno foi todo feito por ela e tem as mais lindas flores de sempre, amores perfeitos.  Fui compra-las de propósito ali na rua dos Remolares, onde ainda existem duas lojas daquelas lojas , históricas e que têm a capacidade inexplicável de me comover. Se puderem, vão lá comprar sementes e comida para os periquitos e leguminosas a granel e terra e árvores (estava lá uma laranjeira que se tivesse  1 m2 de terra era minha) sem fantochadas e isso. Agora é continuar a fazer a dança do sol e outras actividades que vou mostrar ao longo da semana.
 
 

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Caixa de histórias

A mais bela caixa de todos os tempos já chegou a nossa casa, para deleite dos graúdos e das miúdas . Foi amor à primeira vista, quando a descobri enquanto procurava puzzles para a maiúscula, mas na verdade é muito mais do que poderia imaginar. Ilustrações lindíssimas, personagens maravilhosas, contos de fadas como nunca os vimos e o melhor é que até somos nós que fazemos a história. Assim que abrimos a caixa com 20 peças com imagens de cada lado, parece que o jogo implora para ser jogado. Ora espreitem o filme de apresentação em inglês, enquanto vamos testando contos lá por casa.

 

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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

A caminhada dos Elefantes

"No princípio não havia fim.  Mas quando existiu um fim, apareceram as histórias. Mas esta não é uma história sobre a Morte ". Claro que foi ,  a mais linda, inteligente e brilhante história sobre a morte que nos comoveu, a mim e à maiúscula, sábado passado no Teatro São Luís.
A Caminhada dos Elefantes conta a história de um homem e de uma manada de elefantes. Quando o homem morre, os elefantes fazem uma caminhada misteriosa a sua casa, para lhe prestar uma última homenagem: não era um homem qualquer, era um deles. Um espectáculo sobre a existência, a vida e a morte, e o caminho que todos temos de fazer, um dia, para nos despedirmos de alguém, reflectindo sobre o fim, que é um mistério para todos nós, crianças ou adultos.Baseado numa cuidadosa pesquisa e construção de Miguel Fragata e Inês Barahona, A Caminhada dos Elefantes vem contrariar a efabulação e infantilização de um assunto difícil e profundo. Às crianças será dado o espaço certo para a exploração e compreensão da morte, de forma íntima e pessoal, com a naturalidade que, afinal, é própria do tema.


Tinha lido na diagonal a sinopse e quando percebi que era sobre a morte, nem quis saber mais. Não porque me assustei , mas porque fiquei logo ansiosa, em pulgas, qual criança qual quê! Nem quis saber mais para não estragar a surpresa, ou criar expectativas. Foi mesmo assim que entrei na Sala Mário Viegas e foi comovida e tão imensamente grata que saí de lá, com ela igualmente de coração pequenino: Ó mãe mas esta história foi a sério ? coitadinho do elefante... talvez gostasse de falar com ela sobre isso, mas na verdade os nossos dias voam cheios de coisas (boas) a acontecer e pouco se falou sobre o assunto. Será que temos que abrandar ? Descubro agora, que depois de terem ido com a escola assistir ao mesmo espetáculo, alguns miúdos do primeiro ano fizeram desenhos e falaram sobre isso e o resultado foi , em parte, este : 
"Nós somos como os elefantes. Fazemos fila para entregar flores, mas não temos tromba" Leonãn

"Não sabemos a que horas morremos. É segredo..." Tomás
"As saudades existem, porque alguma coisa morreu." Rafael
"Nós choramos nos funerais não por causa do morto, mas das saudades que vamos ter." Axélia

Curioso. E agora também eu fiquei curiosa. É que isto de falar e sentir a morte tem muito que se lhe diga e pergunto-me se a nossa relação com Ela tem só a ver com o modo como lidamos com a nossa própria vida e existência. Pergunto-me se toda a carga emotiva é também fruto da nossa "culpa" cristã, ou só porque tememos (quase) sempre o desconhecido. Eu tenho uma relação péssima com Ela e que tem piorado com o passar do tempo, mas não queria de todo transmitir essa minha impotência a elas. Por isso me sinto grata (já ela um dia espero que perceba o quão privilegiada tem sido) por existirem pessoas que o façam assim, ou que escrevam e ilustrem em livro. Como os que vou sugerir já a seguir. Até lá  e se não conseguiram ver A Caminhada dos Elefantes, façam figas para que a voltem a repor, ou que se façam muitas mais assim tão espertas. Percebem porque é que a arte e a cultura é tão importante nas nossas vidas, não percebem ? 

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Sombras de História

Chamaram-me a atenção alguns pequenos envelopes, num desses passeios pela Feira da Ladra. Primeiro porque tinha muitos negativos e depois porque tinham a descrição do momento e estavam datados. Foi pegar neles e escolher os que mais histórias continham e vieram quatro. Fotografias das secções da biblioteca nacional (1954), casamento da filha do dono do café refúgio do Areeiro nos montes claros (1954), Exposição nas Belas artes (1954) e por fim este último : Distribuição de vestiário na casa do Algarve (1954). A quantidade de informação que existe nestes negativos é impressionante e digo eu, digna de estar exposta, num museu. Mas não está....está aqui nas nossas mãos e temo-los como pequenos tesouros que fazemos questão de partilhar. As imagens falam por si, mas estão à vontade para as" legendar" !


Depois de mais alguma pesquisa ficámos a saber que neste ano, a casa do Algarve estava sediada na Rua do Capelo, nº5 , 2ºD. Será que ainda lá restam estas Sombras de Alguém?

segunda-feira, 2 de junho de 2014

(muitas) Sombras e revelações de alguém

Esta caixa foi descoberta no desvão de umas águas-furtadas, quando foram feitas obras, e já lá devia de estar há bastante tempo...Foram generosamente doadas ao Sombras de alguém . São centenas e centenas de negativos de médio e de grande formato são maioritariamente retratos de um estúdio de fotografia, à primeira vista, pensamos que deverão ser dos anos 40, 50 e 60.Mas nestas caixas há sempre surpresas e lá pelo meio, alguns envelopes e cartas. Como se sabe , sou fascinada pelas trocas de correspondência e quando aqui partilhar uma dessas cartas vão perceber porquê.

 
A outra preciosidade aconteceu depois da publicação dum artigo que saiu na edição aniversário da  revista SÁBADO , sobre as fotos "inéditas" do primeiro festival de Vilar de Mouros. É que alguém reconheceu alguns elementos da família, que acabou por nos ligar...43 anos depois , os negativos serão devolvidas aos seus. e novas histórias irão ser reveladas. 

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Recordações da casa cor-de-rosa

Que segredos  e objectos se escondem dentro das tantas casas sem gente, aqui nesta tão velha cidade cheia de historia ? O meu gosto pelas coisas velhas, tralhas doutros tempos e surpresas doutros tempos já não e segredo para ninguém, mas se imaginassem como me sinto cada vez que vejo um prédio, que desde que me conheço estava abandonado, agora de portas abertas a ser esvaziado e esventrado , umas vezes directamente para as carrinhas dos "oportunistas" outras directamente para contentores....É o que está a acontecer a três ou quatro portas de mim. Sacos pretos gigantes a serem colocados no lixo e pela amostra de alguns semi rasgados deduzo que verdadeiros tesouros (para mim, por exemplo) possam lá ficar esquecidos. Só não arrisco uma incursão porque  a minha actual condição (32 semanas a recompor-me duma gastrointrite) não o permite....e se me doí a alma ! A ver se pelo menos ganho coragem de amanhã apanhar os ditos senhores e perguntar se posso ir dar uma espreitadela e pedir que me guardem uma ou outra peça de loiça ou algum móvel que vão mesmo acabar  por partir. Foi alias assim, que consegui uma poltrona /chaise longue lindíssima (que ainda está por recuperar/estofar). Por agora debrucei-me apenas, para trazer estes dois azulejos. Já se percebe que promete, não já?

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Sombras de alguém

Não resisti e digitalizei-os antes que ele, por isso considere-se as seguintes imagens como uma ante-estreia! Mas são tão maravilhosas que precisavam já de ser partilhadas. Brevemente estarão no sítio do costume, que até já tem cobertura jornalística do lado de lá do atlântico e qualquer dia numa televisão ou jornal aqui mesmo,em Portugal. Mais não digo.


quarta-feira, 9 de abril de 2014

Memórias de alguém

Enquanto ele se perde nos negativos - e então se ontem encontramos registos maravilhosos e surpreendentes que mais cedo ou mais tarde estarão nas Sombras de alguém,  eu vasculho todos os papéis e cartas e outros registos que fizeram parte da vida de alguém que viveu noutros tempos e realidades.


Ontem perdi-me em livros de bebés totalmente preenchidos, com pedaços do primeiros cabelo, fotografias e registos dos primeiros pormenores da sua vida e até um excerto do cordão umbilical, mais cartas de amor e uma folha solta com um recado que não me cansei de ler e reler e sorrir.....Gostei tanto que a senhora mo ofereceu ! ora deliciem-se lá com o detalhe e a graça desta mensagem.
 

Já agora, alguém entende o que elas querem dizer por tirar fotografias na "get" ? Agradecida

terça-feira, 11 de março de 2014

Sombras de alguém

Que eu sou fascinada pela cidade de Lisboa, já muitos sabem. Que adoro perceber a sua história e os seus segredos, também já o disse por aqui. Que dava uma boa detective, talvez ainda não tinha revelado. Mas que adoro fotografia, não é surpresa para ninguém. A história dos negativos vem de algum tempo, como ele tem explicado um pouco por toda a parte , mas sempre que me passam pelas mãos fico arrepiada com as surpresas que acabam por ser reveladas. Esta fotografia é tudo isto. Linda, emana história(s), mas o mais impressionante é que o reflexo no espelho revela uma pista do lugar onde se situou. Sabemos, porque passamos por lá várias vezes e porque fica perto da nossa casa. Aquela fachada, aquele vão e os carris dos eléctricos dizem muito, só me resta ir procurar uma loja , com o chão em quadrados de pedra brancos e pretos , que um dia terá sido uma linda barbearia. Assim sim, tudo faz algum sentido.

Por outro lado e por curiosidade,  lembrei-me duma história que nos aconteceu há quase 10 anos, no regresso da primeira viagem que fizemos juntos a Amesterdão e que pode ser a chave para esta incessante procura e curiosidade, psicologicamente falando. É que a mala dele foi roubada  à porta de minha casa e lá dentro estavam todos os rolos e negativos da nossa aventura pelos Países Baixos. Será que eles andam por aqui ?Será que algum dia irão regressar ás nossas mãos?  Quero acreditar que sim, se não vamo-nos entretendo com o que já temos, que já tem pano para mangas e até eventos culturais históricos que esperamos em breve revelar !

terça-feira, 4 de março de 2014

HIstórias com tempo # Carnaval

Estas fotos têm cerca de 30 anos de diferença entre si e entre outras 30 entre o dia de hoje. Há 60 anos no jardim de casa dos meus avós , o meu pai mascarava-se de velhinha. Há 30 anos a minha irmã vestia a mesma máscara usada pelo nosso pai, no terraço dos meus outros avós. Lembro-me da peruca ainda existir, mas de já não se servir. Hoje , vou ao baú em casa da minha mãe e espero ter a surpresa de ainda servir a alguma das 3 pequenas....


segunda-feira, 3 de março de 2014

Antes que desapareça #

Não sou a primeira, nem serei a última, a falar e mostrar a beleza que algumas lojas de comércio tradicional ainda preservam e por agora se vão mantendo. Felizmente que na Baixa lisboeta ainda existem lindíssimas relíquias que estão a funcionar graças aqueles que ainda por lá passam e se vão abastecendo duma ou doutra forma. Sim, é importante que para isso entremos e compremos sejam sementes, conservas, carimbos, lãs e tecidos, papeis e canetas, bacalhau e frutos secos, luvas e chapéus, chás e cafés, e tantas outras coisas...



Aqui na Soares & Rebelo encontram tudo para o vosso jardim, quintal ou vaso, desde os pacotinhos de gramas ás toneladas. Fica ali mesmo numa esquina entre a praça da Figueira e o Rossio.  As fotografias são de minha autoria, em analógico (quase) como sempre.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

E esta , hein?!


Mas como é que eu só soube hoje, que a família Von Trapp , que tantas alegrias me deu desde que me conheço e que no fundo continuará sempre a dar, afinal sempre existiu ...


domingo, 23 de fevereiro de 2014

Uma história, que também é a minha , dum bebé de seu nome, Paulo

Quando menos esperas,  abre-se uma gaveta do tempo, que te leva a viagem extraordinária com mais de meio século, cheia de registos escritos, desenhados e fotografados, que me comove a cada caderno que se abre, onde me é apresentado desde o seu primeiro instante o meu pai- que no fundo, nunca cheguei a conhecer...O que mais me impressionou foi a quantidade de pormenores que se gravou e guardou, sendo que ele foi o décimo e último filho dos meus avós. O seu livro do bebé para além de ser lindíssimo tem detalhes maravilhosos como, como foi o seu primeiro passeio, quando sorriu pela primeira vez, até tem um recorte dum jornal da época a noticiar o seu baptizado...


 Os primeiros desenhos são absolutamente deliciosos e até os passes do comboio, do qual ouvi contar muitas histórias, estão impecáveis. Depois são os cadernos da escola, com toda a informação comportamental, social e moral que é exemplar na pré-primaria, mas que começa a tornar-se uma problema na primária sendo que o menino não se aplicava e era distraído, apesar de falar bem o francês .


Mesmo que ainda fique demasiado ainda por saber, estes pedaços de memória que não passam de papéis, confortam-me  e consolam-me o vazio duma maneira que poucos compreenderão. A versão original da história está aqui, sem as palavras e sobretudo os sentimentos à mistura e por isso é nelas que quero confiar. O que já lá vai. lá vai e o que aconteceu na realidade já não me interessa para nada. As próximas fotografias são por isso mesmo importantes, porque afinal eu nasci fruto do Amor que houve entre o meu pai e a minha mãe. E ainda por cima estão aqui todos...
Depois , com vinte e poucos anos deu-se também o 25 de Abril, que acabou por ser uma revolução nacional e no seio desta família. Pelos vistos o meu pai teve aí o seu papel e isso deixa-me , para além de surpreendida por só o saber passados 40 anos, mas extremamente orgulhosa e de novo comovida.
Eu também nasci neste ano e infelizmente não tenho memórias desses tempos, daqueles em que todos fomos felizes. O fim desta história não é feliz e aconteceu demasiado cedo,mas isso agora não interessa para nada, quando se desenterrou e descobriu este pequeno tesouro.