sem mais palavras e mais demoras, este é o pai da minha filha há pouco mais de 30 anos....<3
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
back to black
Ontem foi noite de ver(ificar) os filmes super8 e 8mm que comprei na última incursão á feira da ladra. Já aqui tinha desabafado um dia , por um lado as boas memórias que este tipo de filmes me deixaram e por outro a revolta por todos esses que fizeram e faziam parte de mim terem ficado perdidos, nesse passado que uns fizeram questão de apagar. Havia os nossos mas também haviam os que se alugavam para ver nas minhas festas de anos ou noutras alturas: O Charlot, o bucha e o estica e pequenas animações da Disney fazem parte de mim desde sempre e uma vez perdidos, gostaria de voltar a achá-los. No outro dia falei dos acasos, nem a propósito....
Ontem ao projectar na parede as duas últimas aquisições fui gratificada , novamente pela sorte ou como prefiro dizer: tenho uma sorte do caraças ! Duas bobines, duas surpresas. Uma delas tinha uma série de pequenos episódios da Disney que reconheci como se os tivesse visto ontem e a outra tinha o meu querido Charlot (Charlot rentre tard)- não preciso de alongar na descrição de tudo aquilo que senti pois não?
A parte chata é o facto de serem tão curtinhos, mas a parte boa é ter ao lado uma caixa cheia de outros achados e comprados ao longo dos tempos. As imagens que se seguem não são reveladoras da surpresa que foi visionar um conjunto de filmes caseiros dos EUA nos anos 50, que prometo um dia filmar e mostrar. Mas melhor que ver os filmes dos outros é termos o privilégio de nos vermos a nós há mais de 30 anos...
É que apesar de eu nunca mais me ir ver em bebé a não ser em muitas fotografias, a minha outra metade tem uma série de filmes desde que era bebé e lhe deram o seu primeiro banho. Ontem aproveitámos o embalo para ver mais uma série deles, desde idas ao campismo, ao zoo de Lisboa, festas na escola ou até a sua festa de aniversário e a sensação é tão grandiosa que não consigo resistir em partilha-la como o mundo. Já a seguir....
sábado, 12 de janeiro de 2013
Sombras de alguém #
E assim de repente e para além de nós os dois e de alguns amigos que também já se apaixonaram por este projecto- Sombras de Alguém, surgiu o interesse de alguns jornais em partilharem a ideia, as palavras e as imagens. Primeiro foi o jornal i, que dedicou duas páginas na sua edição impressa e hoje saiu o artigo no P3 do jornal Público. Fico mesmo feliz sobretudo por acho que vai impulsionar o menino Filipe a meter cá para fora todos seus projectos pessoais e que a meu ver precisam mesmo de sair da gaveta e merecem ser colocados pelas paredes.Quanto a mim, que sou uma fervorosa apaixonada pelos mistérios que fazem parte do passado e das histórias que cabem dentro dele, imaginem a minha alegria quando nos continuam a chegar máquinas com rolos perdidos e depois a emoção em descobrir neles algumas fotografias verdadeiramente belas e emocionantes. Sejam a cores ou a preto e branco, há verdadeiros alguns de família perdidos por aqui, se alguém se encontrar, avise-nos. Eu gostava de me encontrar por aí....
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Histórias do minha antiga casa, rua , bairro
Histórias da minha casa, rua, bairro #1 (Maio 2007)
A minha vizinha de baixo, a tal que dorme por debaixo da minha casa-de-banho, é velhota. Tem uma prótese na perna. Vai a todas as excursões. Todos os dias desmonta e pendura a cortina de plástico da banheira no estendal . Tem um namorado que lá dorme ocasionalmente e se despede dela a mandar beijos e mais beijos até a perder de vista na esquina. É a Berta.
Escrevi este texto, no meu blogue anterior, há mais de 5 anos, quando ainda morava no outro bairro, rua, casa.Voltei a falar na D. Berta, a minha velhota preferida com os seus maravilhosos 85 anos algumas outras vezes e no seu namorado também, aquele que se despedia dela a enviar beijos até tornar a esquina. Hoje soube que ele morreu há cerca de 5 meses ou como ela me disse hoje cheia de lágrimas, nunca mais cá apareceu....
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
I'm so excited and i just can't hide it #
Todos estes objectos dos anos 70- a década que também me viu nascer - fazem parte do meu imaginário, crescimento e dos meus sonhos. Uns são brinquedos do passado outros farão para sempre, parte do meu futuro. Divirtam-se !
A máquina dos meus sonhos...
O imortal LEGO e o meu saudoso comboio
Os inesquecíveis primeiros jogos de computador
O memorável walkman da sony
Os loucos e multi-funcionais objectos de design
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Sobre a intransigência #
A maternidade tem-me ensinado muito, mas tem particularmente explicado e mostrado muito sobre quem eu sou e sobretudo quem fui. É que passado este tempo todo, algumas das peças que compõem a minha vida começam a ganhar forma, a tornarem-se nítidas e a encaixar. Durante anos vivi amargurada, invejando quem consegue recordar a sua infância, cheia de alegrias e detalhes,pois eu não me lembro de rigorosamente quase nada, a não alguns momentos menos bons, algumas pessoas e nomes em toda a minha infância e adolescência. Desde que me lembro de mim, lá por volta dos 15 anos, que procuro encontrar nas gavetas da minha memória o meu passado. Alguns dizem-me que essas memórias chegam mais tarde, eu temia em acreditar que se estavam escondidas é porque não tinham sido felizes. Agora percebo...Tem sido ao lado da minha filha, na convivência diária com ela e a educa-la que algumas das sensações passadas despertam e agora percebo que se as memórias estão perdidas é porque é lá que devem estar, para me proteger. Agora temo continuar a procurar, porque tenho medo do que possa lá encontrar. Agora tenho a certeza que amarei a minha filha acima de tudo e de todos e só espero ter, sobretudo em momentos de fraqueza e insanidade, todo o discernimento para nunca me esquecer de tal.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Histórias com tempo: 1800
Esta é a Alice. Reza a história que no dia 4 de Julho de 1862, Charles Dogson, ou melhor Lewis carroll convidou as três filhas do seu amigo Liddell - Alice, Lorina e Edite - para um passeio de barco no rio. Durante o passeio, como já era hábito sempre que estavam na companhia de Lewis, Alice pediu-lhe que contasse uma história para entreter as irmãs. Lewis começou a contar a história à medida que ia remando ao longo do rio. Fez três tentativas para que a história terminasse mas as meninas não o permitiram e iam pedindo para que continuasse. Quando a história terminou já passava das oito da noite e com ela findou também o passeio de barco dos quatro amigos. Antes de se deitar, nessa mesma noite, Lewis escreveu toda a história tal como a tinha contado a Alice e às suas irmãs. Chamou-lhe Alice Debaixo da Terra. Só dois anos mais tarde, em 1864, é que a tornou a ler e é nesta altura em que eventualmente lhe terá oferecido o livro: Alice no país das maravilhas. Nem a propósito é a surpresa que espero fazer ainda neste Natal, à geração5.0 da nossa família. Não digam a ninguém.
já agora o deliciem-se com o primeiro filme : Alice in Wonderland
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