Como já ontem o disse , no meu passeio depois do almoço e já no fim, decidi parar na livraria (a livraria Bertrand de Picoas que tem absolutamente tudo..) para sentir aquele cheiro, folhear e sonhar. Não resisti e acabei por trazer 3 livros para a miúda, mas de pude$$e tinha trazido muitos mais...Estes são só uma amostra e quantos mais risco da minha lista, outros mais vou adicionando, será que um dia isto vai ter um fim ? Não, apenas tenho que me manter longe das livrarias pelo menos até à próxima feira do livro.
O tigre que veio tomar chá + contos para meninos que adormecem logo a seguir + ser amigo + a menina de vermelho + mamã + o que é preciso ?
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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
O jogo das boas maneiras
As coincidências têm destas coisas...embalada pelos últimos post dedicados ás crianças (livros e ilustração) e no seguimento da miúda lá por casa ter agora descoberto os jogos de tabuleiro em família, lembrei-me de ir buscar ao sótão o mais maravilhoso , delicioso e educativo jogo de todos os tempos. Quando era pequena, eu e a minha irmã jogámos vezes sem conta e tenho a certeza que aprendemos e muito com ele. As frases e as imagens ficaram e as boas maneiras também. Vamos tentar jogar com ela, apesar de não saber ler tem bastantes imagens e a ver se começa a interiorizar , também a brincar, o respeito pelo próximo e a boa educação. Valores que prezo acima de tudo e que infelizmente tendem , esses sim a estar em crise e atenção que nem a crise nem absolutamente nada é desculpa para isso acontecer- desabafo num dia em que me conseguiram tirar do sério . mas como isso agora não é para aqui chamado, ora espreitem....
temos que começar a investir mais nisto dos jogos, pois já estamos um pouco fartos de jogar sempre aos mesmos 2 ou 3 que ela tem, por isso e porque já devem ter percebido os meus gostos, aceito sugestões ! sendo que estamos actualmente apaixonados pela gama dos Orchard toys o que gostaria mesmo era de encontrar preciosidades como a gama dos jogos educativos despertar....
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Livros para crianças (e não só)
Quis novo acaso que fosse até à livraria do Instituto franco-portuguais, que é até bem perto do meu local de trabalho. Disseram-me que talvez por lá encontrasse um livro maravilhoso de autocolantes que não se encontra por cá assim tão facilmente. Mas não e isso agora já não importa nada....É que descobri todo um novo mundo de autores, ilustradores, contos e histórias , tantas e tão diversas e tão, mas tão deslumbrantes...Perdi Ganhei lá um pouco de tempo , sendo cuidadosamente aconselhada pela responsável pela secção, que por acaso é mãe duma colega da minha filha. perfeito. Vim de lá com uma mini lista e com a certeza que por irei perder muito tempo e pela internet outro tanto na busca das preciosidades por preços mais em conta....ás tantas conseguem-se pechinchas nos usados. Mas houve um par de livros que me deixaram de água na boca e nos olhos. Mal sabia eu que eram da mesma ilustradora e que se tratava duma Russa , natural de Kiev, corria o ano de (espantem-se) 1897 de seu nome Natacha Tchelpanova, conhecida por Nathalie Parain *:
* O texto que se segue é uma tentativa e resumo de tradução visto não ter encontrado referência por cá, que no original se pode ler AQUI: Desde cedo que se sentiu atraída
pelas expressões artísticas, mais concretamente pelo movimento avant-garde na
URSS construtivista. A sua juventude coincidiu com o último governo dos czares
no Império Russo, a Revolução Bolchevique e a criação da União Soviética,
quando o construtivismo soviético apareceu e se começou a desenvolver. Foi formada
no Instituto Stroganov e juntou-se aos Vkhutemas ( Higher Education Workshops
Arte e Tecnologia ) em Moscovo , em particular na oficina Kontchalovsky Piotr ,
que por sua vez fazia parte da arte construtivista soviética, onde desenvolveu idéias sobre a educação das
crianças através de livros ilustrados , oferecendo-o como um livro de arte e
cultura de aprendizagem . O espírito Soviético influenciou sua abordagem ao
ensino da arte, incentivando os jovens a pensar com criatividade. Chegou a
Paris em 1928, movendo-se em círculos de artistas e intelectuais emigrantes russos,
tendo começado a sua carreira como ilustradora em 1930 - Mon chat, escrito por André Beucler e editado pela Gallimard ,
execução perfeita da aplicação estética construtivista soviético à obra
infantil . Mais tarde conheceu Paul Faucher, que estava à procura de artistas
para a futura colecção de livros infantis da editora Père Castor Flammarion . As
suas ilustrações são conjuntos de elementos gráficos que jogam entre planos
cubistas, a geometria do construtivismo soviético e um toque delicado destinado
aos mais pequenos. Usa em muitos casos os efeitos de volume, para dar leves
toques de profundidade aos seus personagens, conferindo-lhes uma qualidade de
proximidade e pessoal. A maioria das obras que produziu, não são simplesmente um
livro de imagens, pois graças à ideia da arte como educação infantil e à inovação
da editora Flammarion , eram igualmente jogos que as crianças deveriam usar
para interagir e encontrar solução. Pouco mais se sabe da sua vida, uma vez que
que desapareceu em 1958 , na mesma cidade que a viu tornar-se numa das
ilustradoras mais representativas da obra ilustrada francesa dessa era.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
A felicidade, todos nós queremos
Se é difícil definir a felicidade aos 20, aos 30
e aos 40, imaginem aos 60 ou aos 70. Foi por isso que nasceu o
Felicidário. O Felicidário é um calendário e também é uma espécie de
dicionário com 365 definições práticas de felicidade. Aos 65, a
felicidade é arrumar as botas e fazer crochet, é gozar o dolce fare
niente ou fazer aquilo que nunca se fez? Todos os dias, durante um ano, o
Felicidário sugere uma nova ideia de felicidade para maiores de 65
anos.
Para seguir diariamente aqui : http://felicidario.encontrarse.pt/
sábado, 29 de dezembro de 2012
Natal caseiro- FTM #
Fazemos questão de fazer os nossos presentes de Natal. Para além de serem únicos e originais, faz todo o sentido que a partilha seja feita com todo o cuidado, carinho e dedicação...O resultado acaba sempre por compensar todo o esforço do nosso empenho e é isso que nos deixa de coração cheio. Afinal um gesto vale mais que o stress e o gasto de dinheiro em coisas que pouco ou de nada servem ou têm a ver connosco. Sendo assim este ano foi este o programa das festas:
Conjunto de roupa de cama , para a cama das bonecas
Fotografia dos primos para os grandes e um livro para pintar adaptado das fotografias dos pequenos, para os pequenos (mostrarei todo o interior brevemente)
Granola caseira, adaptada daqui e de acolá. devidamente enfrascada e segundo alguns depoimentos posteriores , bastante bem saboreada.
domingo, 11 de novembro de 2012
PUB
Quer dizer....nem sei bem o que isto publicita, mas encontrei nas capas de trás dum revista (herdada do avô paterno) dedicada ao Desporto : sport ilustrado , ali dos anos 50-60. Prometo também digitalizar as capas, digamos que históricas, dum tempo em que o Sporting até era campeão....
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Geografia do arrepio
Por falar em matemática das palavras e estando a ouvir a gramática da paixão , dei de caras com este poster dos anos 60, duns rapazes que por acaso não acho nada bonitos, mas que até têm umas bocas jeitosas (todas menos a do John). Isto tudo para dizer que há beijos e beijos e eu estou a precisar dum daqueles....
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
A inveja é uma coisa muito feia #
Durante vários Natais, lembro-me da minha mãe me oferecer uma caixa de guaches ou aguarelas, pincéis e papéis texturados, que ainda tenho preciosamente guardados numa caixa. Nunca tive a ousadia e coragem de os abrir, pois nunca tive o jeito e a facilidade da da minha mãe e da minha avó para pintar, com muita, mas muita pena minha. Aliás, desenhar para mim continua a ser penoso e frustrante, pois das minhas mãos não sai nada do que me vai na cabeça . E quando vejo trabalhos, como o desta ilustradora fico mesmo com pena de não me conseguir expressar - é que se eu conseguisse, era assim que utilizava tudo o que lá tenho guardado.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Misturas mais-que-perfeitas
Numa época em que o trabalho manual perde cada vez mais espaço para
tecnologias que facilitam a produção visual em massa, Izziyana Suhaimi
faz questão de reafirmar o valor dos métodos mais artesanais de criação. A fusão entre o mundo da ilustração e dos bordados , a mistura de técnicas entre o artesanato e a arte, quebrando as fronteiras entre as culturas tradicionais e populares, resulta numa obra de arte impressionante. Eu pelo menos fiquei estarrecida com a delicadeza e a minúcia, as cores e as texturas destes deslumbrantes trabalhos.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Pausa para PUBlicidade
Enquanto folheava a colecção das revistas Panorama, que herdei do meu avô paterno, descobri pérolas atrás de pérolas. Por épocas, há maravilhosas ilustrações e requinte nas imagens, sobretudo na publicidade que anda em torno de bebidas alcoólicas, fósforos, fotografia, carros e postos de gasolina! Por agora, brindo-vos com agora as águas de Vidago
, mas prometo regressar com muitas mais imagens e fotografias doutros velhos e belos tempos.
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