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domingo, 20 de novembro de 2016

Sombras de Alguém ( parte mil e qualquer coisa)

Há que confiar mais no primeiro instinto . Foi isso que fiz depois de vasculhar uns quantos negativos, numa imensidão deles ( vamos esquecer por momentos aquele saco igual cheio dos filmes super8), muitos catalogados - quem não ficaria entusiasmada com URSS 1979, China 1981, Vietnam 1991, RDA 1983, Peru 1986, entre outros), mas muitos mais em rolo, ainda por revelar...Foi amor à primeira vista e foi a conjugação das estrelas que fez com que o espólio de alguém muito interessante, ficasse todo nas minhas mãos. Quer dizer, nas mãos do Sombras de Alguém. Será preciso muito tempo para conseguirmos digitalizar centenas de histórias , aliás História, por isso é melhor ficarem atentos.  Senão vejam bem estes tesouros ( de apenas 2 rolos)  que preciso já partilhar....


Se já me fascina o que poderá por estar por trás da história destas pessoas, enquanto procuro talvez um pouco de mim - (ah como a arquelogia me ficaria tão bem) - não se imagina o comovida que fico , quando descubro que para além de serem pessoas certamente interessantes, tiveram uma vida do caraças....(ah como a inveja me fica tão mal)


domingo, 25 de setembro de 2016

Pasta e (não) Basta (!!!)

Hoje, como diria a minha maiúscula, foi o melhor dia da minha vida ! Sim , percebo que achem estranho. Não, ainda não consigo explicar. Mas isso agora não interessa nada. O que interessa é que hoje assisti a um dos mais belos espectáculos da minha vida. Eu e a maiúscula. Quem sabe o que estou a falar e que não conseguiu bilhete que se prepare, pois tenho a dizer que perderam o imperdivel...Pasta e basta ( infinitos corações) no São Luís Mais novos.  Sim, chamem-me nomes, eu própria me chamei quando assim que recebi a newsletter há meses atrás, comprei imediatamente o bilhete- isso e porque li na mesma frase Miguel Fragata e Afonso Cruz ( mais infinitos corações) + experiências culinárias em família. Juro. A chegada ao jardim de Inverno onde nos lavaram as mãos ( quanta honra) , pediram que escolhêssemos entre 3 tipos de massa  e por fim nos deram uma parte rasgada dum postal (festival Todos) que era o nosso bilhete, uma parte dum puzzle que indicaria o nosso lugar na sala. Um jardim de inverno ainda mais lindo (e aquela luz....ai a nossa luz) com mesas de madeira corridas, bancos corridos , uma estrutura leve de iluminação e fios ( onde estava o dito postal suspenso), no centro uma cozinha improvisada onde já fervia água nas panelas e cheirava a terra e mar e ar e vida. Na nossa mesa um saco de sêmola de trigo, ovos e água e uma máquina de fazer massa. Juro.  Adorei. e sabiam que adorar significa levar à boca ? Todos os minutos foram mágicos. A história, as histórias,  os cheiros e os sabores. O aquecimento e o relaxamento. A mão na massa ( milhões de infinitos corações) a nossa de alfarroba, porque afinal íamos fazer massa de chocolate com sabor a mar (opa....mais corações). Amassar. estender. farinha.  passar na máquina. estender. rechear. cortar. farinha sempre farinha. partilhar.escutar. fazer. limpar. pôr a mesa. as mesas. sentar. desfrutar. comer. deliciar. se fizéssemos bem a massa iríamos ter uma bela refeição, senão a nossa massa não estivesse lá muito bem feita a refeição não ia ser tão boa....repetir .ouvir e rir. limpar e dançar. ouvir e rir até a loiça partir. sorrir e opá....não podemos repetir? Saímos de estômago, mas sobretudo de coração cheio. Queremos mais ! quero mais ! Pasta nunca é demais !!! Obrigada 

as fotografias foram tiradas com o meu telemóvel, mas dá para perceber que foi um verdadeiro momento obrigada universo, não dá?

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Faz tu mesmo # boneca de pano # Momentos obrigada Universo

Quando a minúscula fez um ano eu quis oferecer-lhe uma boneca de pano feita por mim. Encontrei um molde perfeito, recortei as peças desenhei o cabelo, costurei os braços e pernas que até enchi, cosi também o cabelo à cabeça, mas bloqueei quando cheguei à cara: os olhos e a boca. Fiquei demasiado frustrada  (como tantas outras vezes) e meti o projecto numa gaveta. Tal como fiz com tudo na minha vida (mas isso agora não interessa nada). É claro que hoje, depois de a ter finalmente ter acabado e de o ter desabafado, percebi a importância destes pequenos, mas gigantes, momentos na nossa vida. Voltando ao dia de ontem e ao milagre que resulta (por enquanto) no brilhantismo do trabalho das pessoas que admiro por serem criadoras e fazedoras e dedicadas e cheias de bom gosto, tal como a Constança Cabral que segui desde sempre , mas que com as suas pausas no blog e dedicação ao instagram que eu ainda não tinha, me acabei por afastar um pouco.  Até que ontem petrifiquei com os seus últimos achados e as suas bonecas de pano. Por agora tenho pena que tenha que ser assim- mover-me pelos outros e não por motivação e criação própria- mas é o que tenho e consigo por agora. Enchi-me de coragem e motivação e tirar da gaveta um dos mil projectos a meio. Desenhei os olhos e a boca, que cosi sem pensar demasiado ( e sobretudo sem medo) e depois disso só faltava encher o corpo e a cabeça e coses um ao outro. Hoje de manhã , com a preciosa ajuda da maiúscula, enchemos o que faltava enquanto ela me contava histórias que ia imaginando da varanda do meu quarto e por fim liguei o que faltava e em menos dum fósforo lá estava ela. A humilde boneca de pano. Com o entusiasmo que a caracteriza e o gosto pela minha máquina de costura, ela lá decidiu que queria fazer um vestido para a boneca, enquanto o que descobri no fundo do baú dos tecidos (que assenta perfeitamente e que ela pediu para lavar- à moda antiga- ) secava no estendal.  Fizemos  o mais básico e rápido que conseguimos e esperámos pela chegada, ao fim do dia de escola e jardim, da minúscula , para lha mostrar. Foi amor à primeira vista e não mais a largou (consegui segura-la no banho e tive que fingir que ela também adorava o melão sentadinha ao meu colo). Neste momento dormem as duas juntinhas e eu estou de coração cheio. Nos dias que me correm , garanto que são momentos salva-vidas. Por isso está prometido o desafio de lhe fazer uma cama igualmente linda , com os paninhos que uma das minhas "amigas" da feira da ladra me descobriu . 


Por falar em feira da ladra , a ver se ponho em dia os meus últimos e preciosos achados. Autêntica terapia ! Ah o nome dela ...Sara, porque hoje uma muito simpática e amiga mais crescida da minúscula de seu nome Sara, comemora o seu aniversário. Parabéns "dona " Sara (aahahahahah)

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Momento obrigada universo , de seu nome Júlia

Há precisamente dois anos tive a noite mais memorável na minha vida. Obrigada minha filha, por aqui chamo-te minúscula, mas bem sabemos que és gigante <3.


terça-feira, 17 de maio de 2016

Faz tu mesmo # acessório para avental da oleira

A necessidade aguça o engenho. Neste caso, a necessidade de ter um sítio à mão para guardar os meus novos instrumentos de trabalho e junto a mim, uma vez que se perdem ou trocam com muita facilidade , entre tantos, fez com que hoje criasse este lindo e simples e super prático estojo. Fechado para ter no bolso do avental (que também fui eu que fiz) e aberto, fazendo parte integrante do mesmo. Aqui ,estou mesmo a ser feliz ... É mesmo aqui que vou ter que (re)começar !


segunda-feira, 2 de maio de 2016

#imakeherclothes

E passados quase 6 anos, desde que fiz a primeira peça de roupa , ela é finalmente (já devia ter sido no ano passado, mas com a minúscula ainda muito bebé , nunca mais me lembrei) vestida ! Curioso....nessa altura, foi a costura que me "salvou". 

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Faz tu mesmo # avental para a oleira

Ás vezes, é preciso abrandar, ou mesmo parar, ou até mudar e (re)começar . É nesse limbo que me encontro, porque o corpo já não acompanha a cabeça, ou o contrário, já nem sei bem. Foram demasiadas fases e demasiados anos cinzentos, até que o saco rebentou. Estou portanto a tentar meter ordem em tudo isto e focar-me duma vez por todas em mim, na minha felicidade e consequente felicidade dos que mais me são próximos, que absorvem o melhor e o pior de mim. Decidi não mais adiar um sonho, que tenho desde sempre e que sempre projectei como um futuro. Mas o futuro é agora, e  agora é hora de me dedicar à cerâmica- e sem mais demoras aquilo em que sempre me projectei- a roda do oleiro. É uma pausa, não é (ainda) um acto de coragem. foi o desespero e sim, isso é uma dor que tenho que tratar.  O curso já começou e eu fui de coração aberto, mas esqueci-me dum avental e vim de lá cheia de barro. (todos os meus problemas fossem estes). Tudo isto para mostrar o lindo (sim, sou suspeita) avental que hoje fiz para mim. Agora sim, estou pronta .
 

quarta-feira, 27 de abril de 2016

terapia #1

Quis o universo que há uma semana atrás,  a Sara escrevesse este Post- que fala numa viagem , em arquitectura, em memórias. Precisamente numa altura em que eu me questiono sobre as viagens, a Arquitectura e as memórias. Nesse dia chorei muito. Chorei porque percebi ( e verbalizei) que não estou mais apaixonada pela Arquitectura, aliás , porque percebi que talvez nunca  tenha sequer estado apaixonada . Sempre o soube, mas é ao ler as palavras dos enamorados e ver as obras dos artistas, que tenho a certeza que devo ter estado no sítio errado à hora errada. Percebi que o curso me deve ter passado ao lado, porque estava mais preocupada em "sobreviver". Chorei, porque me sinto muito menos que os outros e porque não sinto empatia com aquilo que me deveria fazer feliz. E depois chorei porque a descrição dela, ao dito convento, seguida de algumas imagens do mesmo , me fez regressar a um lugar do meu passado, muito antes, que só me trouxe tantas e boas memórias, seguidas de saudades. Afinal existe este lugar em mim e fica na Serra da Estrela e agora quero tanto lá regressar...
 (retirei estas duas imagens da internet, ou seja, não são de minha autoria )
 Curiosamente também é um convento e lembro-me de ter uma forma arquitectónica  igualmente marcante (assim que nos aproximava-mos da vila lá estava a caixa de fósforos , como lhe chamava) . Ao investigar agora mais um pouco percebo que é uma obra recente, os anos 60 do século passado, mas agora quero muito investigar mais um pouco. Também haviam espaços aonde não podíamos ir, o que torna tudo muito mais empolgante e misterioso. Lembro-me das viagens intermináveis para lá chegarmos, num daqueles carros clássicos dos anos 70 dos meus avós, da caixa de fósforos branca, dos cheiros do ciprestes, do silêncio, de estranhar a modernidade da igreja, do claustro também pouco convencional, dum lago com peixes, dos baloiços enferrujados, do tanque lá em baixo, dos passeios pela serra, das refeições nos refeitórios, de ir para a cozinha ajudar e ser recompensada com pratos de batatas fritas, das irmãs simpáticas e das que fugíamos de medo. Chama-se casa rainha do mundo e fica em Gouveia e esta aqui em baixo sou eu, nos ditos baloiços e no meio da serra cheia de memés. E choro agora , mas é de felicidade.


quarta-feira, 20 de abril de 2016

Momento OBrigada Universo. Aliás, Marisa *

Pára tudo. Este é O verdadeiro momento obrigada Universo (neste caso foi mesmo a Marisa, que me também já me tinha tocado esta semana aqui.). Neste momento não tenho palavras, só mesmo  lágrimas. Lágrimas que me escorrem como um rio. Um rio ainda mais maravilhoso que julgava, um livro que juro salvou-me o dia... O livro -surpresa que hoje recebi de surpresa . Todas estas metáforas têm tanto que se lhe digam, sobretudo agora que sinto é a minha vez de saltar para dentro do barco e fazer uma viagem , sozinha. Assim ganho novo fôlego e encho-me de coragem. Todos a bordo . A viagem vai começar.


sexta-feira, 8 de abril de 2016

sexta-feira multipolar

Tenho mais uns quantos ilustradores e livros que quero mostrar, mas porque hoje foi é uma sexta feira  e porque surgiram imprevistos e porque estou a precisar de impressibilidade e sobretudo porque chegou a minha (terceira) Uppercase, não vou mostrar ilustrações. Ah espera.....até vou....é que dentro da revista, vinham 4 lindos marcadores, com ilustrações bem bonitas. Já vos tinha dito que tenho o melhor namorido do mundo? É que entre tantos milhares de pormenores, ainda me consegue surpreender e impressionar  nos seus presentes , qualquer que seja a celebração. Ás vezes são tiros na água, mas outros, como a subscrição deste Revista, são mesmo tiros no porta aviões <3.
 


O tal site ( que também me ofereceu <3) e que ainda não tivemos tempo de "mexer",  é bem capaz de mudar de rumo, tal é a diversidade de ideias que andam a pairar e que DUMA VEZ POR TODAS, precisam de ganhar asas. O madmad nos meses frios fica sempre em hibernação, mas sempre muito bem representado no Etsy. Txiiii  o the road is home, preciso de vir aqui recorda-lo , definitivamente agora é a hora. Resumindo, estou mesmo a precisar de fazer aquelas arrumações de primavera !

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Momento Obrigada Universo

Parece que vai haver um concurso de leitura. Sei que se os miúdos quisessem,  podiam participar. Primeiro ela quis, mas depois das férias, deixou de querer. Ao que parece , ontem, os colegas interessados lá leram o texto e depois houve uma votação, para decidir quem iria representar a turma. Ou seria só para perceber quem é que tinha lido melhor? Bem, isso agora não interessa nada. Interessa-me é a postura da minha filha, que me deixa tão orgulhosa. Ganhou o X que até é seu melhor amigo e que já sabia ler antes de ir para a escola. Que diz ela até leu melhor. Mas o seu voto foi para a R, uma menina especial, que mesmo tendo dificuldades , leu - não faz mal que até se tenha enganado algumas vezes- e até muito bem !  Não foi por ser diferente, mas porque foi a mais esforçada.  Fico mesmo feliz , por ela mas também por mim, por já revelar valores, por já ser tão justa.

terça-feira, 15 de março de 2016

Faz tu mesmo # Bombas de sementes

As únicas brincadeiras com armas que admito, são as bombas. Mas são bombas que espalham vida, as bombas de sementes. Foi talvez há uns 3 anos, quando inaugurou a Casa Independente ali para o Largo do Intendente, que a maiúscula foi fazer uma workshop de jardinagem e de lá trouxe esta ideia, que nunca mais esquecemos. Como o Inverno está a terminar, como esteve um lindo fim de semana de Primavera, como tínhamos terra para plantar o morangueiro, como até está por aí a Páscoa e a famosa caça ao ovo, decidi jardinar na minha micro varanda. Só são precisas sementes, terra e argila branca ou barro e muito pouco tempo . Não é preciso passo-a-passo pois não?
 Por agora estão a secar junto à janela até à primavera chegar. Depois é só largar a bomba num sítio onde as possamos e queiramos ver a florescer. Estas 6 vão estar escondidas no jardim da avó, para que cada um dos miúdos a encontre e semeie mais um pouco de vida, por aqui ou acolá. Não sei se já o disse antes, mas estas brincadeiras com a argila e outras que tenho penduradas acabaram de me voltar a entusiasmar para a minha grande paixão e sonho antigo que é trabalhar com o barro. A tal garagem, com a tal roda de oleiro. Pois. parece que vai ser desta que vou deixar de ter medo. É melhor tentar e falhar que ocupar-se em ver a vida passar. Tem que ser agora, antes que seja tarde demais...