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sábado, 3 de novembro de 2012

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Pensa rápido

Fifty people one question, assim, simples. As reacções dos estranhos são genuínas quando se lhe colocam as perguntas: Antes do final do dia, o que gostarias de ter feito? Onde gostarias de acordar amanhã de manhã? Qual o teu segredo? as respostas são absolutamente sinceras, honestas e até tristes. E tu, não penses muito e responde aquilo que primeiro te vier á cabeça....

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Não, não sou a única

Não parecemos, mas no fundo somos todos iguais....e ainda bem ! É que tenho o maldito hábito de me subvalorizar diariamente, sobretudo depois ler alguns blogues e respectivos comentários e ao assistir cheia de "inveja" ao desenrolar de vidas quase "perfeitas" através do facebook. Pois, mas isto não é a realidade dirão muitos e com alguma razão, mas é o que está disponível e exposto sem qualquer tipo de filtros ou entoações ou expressões ou sons, digo eu. É o que todos mostram ou, segundo outro ponto de vista, aquilo que querem que os outros vejam. São textos lindos e limpos e imagens mais que bonitas, de pessoas que têm sobretudo inúmeros talentos e umas ricas vidas... É nestes não-lugares que cada vez mais pessoas, vivem e partilham a sua vida, trocam ideias e exprimem vontades e mostram o quão bom são ou ambicionam ser. São "trocas" limpas sem muita identidade, mas que são cada vez mais uma realidade, ou pelo menos e infelizmente a minha.  Os meus amigos cada vez são mais virtuais e já nem se dão ao trabalho de fazer perguntas porque assumem que tudo o que é escrito, já está dito, logo resolvido. São raros os momentos em que nos salta a tampa e decidimos chamar as coisas pelos nomes e mostrar que somos: falíveis e imperfeitos. Não é a desgraça alheia que me interessa, mas tal como eu gritei aqui, e aqui, interessa-me perceber e constatar que não estou sozinha nem a delirar- afinal há por aqui e aí gente que tal como eu é feita de carne e osso e sangue. ufa... E agora façam o favor de ler este post do ca%$&o! (aqui devo fazer uma pequena e grande ressalva,em jeito de homenagem ao pai da minha filha, a minha melhor metade e ainda cima um Homem com H grande, obrigada por seres tudo aquilo que se espera que seja um companheiro e um pai) e acreditem que no fundo, somos todos iguais. Já agora aproveito para pedir para que não se inibam de deixar comentários aqui ou ali de vez em quando, para que eu não me sinta tão perdida e sozinha neste mundo. Afinal todos temos necessidade de sermos compreendidos e de aprendermos com os outros. Agradecida.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

guia para o pior dia de sempre


Tudo o que precisas de saber e ter,  para organizar a festa da lástima, destinada aos piores dias de sempre.


1. Álcool- para afogar as mágoas...

2. Roupa larga. Opte por malhas largas ou a camisa do namorado, meias de lã, mantas para se abraçar e um edredão para se afundar


3. Comida aconchegante. Às vezes, só o chocolate resolve tudo !

  
4.  Filmes e livros. porque há filmes e histórias que fazem o truque ...o das lágrimas a escorrer, e o queixo a tremer


5.Música. uma playlist que poderia ser interminável mas que por agora não é...onde não coube a essencial !

 
O método é simples: desligar-se de tudo e todos, afinal não estamos nos melhores dias e não queremos irritar os outros. Chorar tudo de seguida, que dizem limpa a alma. Dormir, é que todos sabemos que amanhã o dia irá brilhar de novo e vamos de certeza sentir-nos bem melhor. prometo.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Amigos pelo mundo

Inspirado na série televisiva: portugueses pelo mundo e pela actual situação económica-financeira-crisetostófica que tem levado, cada vez mais jovens e amigos a ter que deixar o nosso país em busca de (melhores) condições de vida, venho aqui propor-lhes um desafio: Escolham um dia e reservem-no para mim - quero saber e ver tudo,  o que vêem e quem vêem, o que ouvem, o que comem, o que fazem.  Apenas precisam de tirar umas poucas fotografias  que devem ser acompanhadas com um pequeno apontamento escrito que relate o vosso novo quotidiano, por aí e longe daqui. Em breve serão intimidados, topam?

domingo, 2 de setembro de 2012

Vira o disco e toca, sempre o mesmo

Antes José Barata Moura que noddies, pandas e afins....mas ainda assim,  foi demasiado fungagá da bicharada em  loop e repeat nas férias! Para fazer o desmame resolvi comprar hoje mesmo o bilhete para a Sharon Van Etten, mas se se o cão dom panteleão, o porco toneladas ou a galinha baldinha se voltam a infiltrar na minha cabeça, terei que perder o que resta dela e ir ver a chrysta bell já na semana que vem...

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Misturas mais-que-perfeitas

Numa época em que o trabalho manual perde cada vez mais espaço para tecnologias que facilitam a produção visual em massa, Izziyana Suhaimi faz questão de reafirmar o valor dos métodos mais artesanais de criação. A fusão entre o mundo da ilustração e dos bordados , a mistura de técnicas entre o artesanato e a arte, quebrando as fronteiras entre as culturas tradicionais e populares, resulta numa obra de arte impressionante. Eu pelo menos fiquei estarrecida com a delicadeza e a minúcia, as cores e as texturas destes deslumbrantes trabalhos.






quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Olha que coisa mais linda

,mais cheia de graça. Ela é uma menina que faz jóias e vem da terra da cachaça !lálá la la la Logo eu, que não ligo nada a estas coisas, estou perdidamente apaixonada...O que vale é que adorar (ainda) não é sinónimo de comprar.



 


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Lisboa tem,

Roupa de todas as formas formatos e feitios, estendida de em todo e qualquer lugar. 


 Todas as imagens são de minha autoria

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Bibliografia- apelo aos príncipes e também ás princesas

Os manos Mansos , pedem de mansinho que não sejamos mansos na nossa generosidade. Deixem-se de palavras mansas e abram os cordões à bolsa , aposto que esta viagem será tudo menos mansa . Será inesquecível e prometo que vai valer cada cêntimo gasto. Saibam como podem e devem ajudar aqui.



Hoje são eles, mas amanhã podes ser tu .

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Pausa para PUBlicidade

Enquanto folheava a colecção das revistas Panorama, que herdei do meu avô paterno, descobri pérolas atrás de pérolas. Por épocas, há maravilhosas ilustrações e requinte nas imagens, sobretudo na publicidade que anda em torno de bebidas alcoólicas, fósforos, fotografia, carros e postos de gasolina! Por agora, brindo-vos com agora as águas de Vidago
, mas prometo regressar com  muitas mais imagens e fotografias doutros velhos e belos tempos.






quinta-feira, 26 de julho de 2012

Dor-sabafo



Hoje, não fosse um pequeno gesto ter tido um efeito de ignição nas saudades que residem em mim e este dia dos avós teria sido completamente (in)diferente. Triste por motivos próprios desta época que vivemos demasiado á pressa e cheia de pressão. Ser-se avô nos dias que correm não tem nada que ver com o tempo dos nossos avós, que para além de terem sido pais sempre presentes também tomaram conta dos filhos dos seus filhos. Hoje os nossos pais das duas uma, ou ainda estão a trabalhar e a lutar por uma reforma digna que lhes teimam em dar ou muito provavelmente já não têm bem idade, uma vez que somos pais cada vez mais tarde, nem forças para ficarem com os netos. Hoje há um lanche na escola da miúda para eles e nem os maternos nem os paternos podem estar presentes e isso é ligeiramente chato e um pouquinho triste. Sobretudo agora que me lembrei de como os meus avós maternos me fazem falta. Tudo o que sou hoje e o que quero ser o devo a eles, de um modo que talvez até hoje, eu mesma não tinha entendido. Mas aquele gesto da minha vizinha fez-me recordar a minha avó Laura, o seu enorme e largo sorriso, o seu cheiro, o seu penteado e cabelos grisalhos, os seus vestidos e o que calçava, as suas mão de pele quase transparente, as suas gargalhadas, as suas comidas, o ser carinho, o seu humor, a sua humildade, a sua rigidez, o seu encanto, a sua paciência, o seu aconchego e todo seu amor que nunca, nunca me faltou. Recordo com saudade as nossas idas à praça, os bons dias ás vizinhas, o levar o jornal ao meu avô que se enterrava no sofá no quartinho das palmeiras, de apontar no caderno com eles o preço da fruta e dos legumes, de ajudar na cozinha enquanto preparava o nosso almoço, de ajudar a meter a mesa na mesa redonda na salinha dos jogos, de mexer e mexer com a colher de pau o seu famoso arroz doce, de me deixar meter o pé no pedal da sua máquina de costura, do cheiro dos lençóis e das tolhas de mesa que desde sempre estiveram destinadas a cada um de nós, de me deixar regar o jardim, de ir apanhar limões, de a observar a fazer puzzles, de fazer os trabalhos de casa a seu lado, de ouvir as suas histórias, de rezar todas as noites ao anjo-da-guarda, dos nossos passeios, de virmos a Lisboa de comboio ao Chiado dos armazéns grandella, de me dares a mão, dos recantos lá de casa, das noites com todos lá por casa, dos Natais em que nos pediam para esperar no quartinho lá do fundo enquanto ordenavam as prendas na chaminé, de espreitar as gavetas do seu roupeiro, de puxar os lençóis da sua cama para cima, das noitadas de maj hong, de ouvir as notícias na televisão aos altos berros, das quermesses, do cheiro do jardim logo pela manhã, de baloiçar nos troncos da ameixeira, de fazer travessuras aos gatos do quintal da vizinhas, de fazermos doce de Gila, a tua letra, as viagens a Gouveia, o carro do avô, o toque, o cheiro e tudo o que partilhamos. Sinto demasiada falta do nosso passado. Tenho demasiadas saudades. Partiram demasiado cedo e hoje, sobretudo hoje fazem –me toda a falta do mundo.E agora , quem me consola ?

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Há malucos para tudo

O Artista suíço Ursus Wehrli tem um livro maravilhoso sobre A Arte de Limpar, onde ele apresenta cenas do quotidiano de desordem e  as reorganiza em linhas puras, classificadas por diferentes atributos como cor, tamanho, tipo, forma, etc.  Algumas das imagens  parecem estar na fronteira dum distúrbio obsessivo-compulsivo, como o ramo de pinheiro que foi ordenado pelo tamanho de agulha. Outros a uma escala tão grande  quase parecem ridículos, como se um gigante tivesse aparecido e re-organizado um relvado cheio de toalhas e pessoas ou mesmo um parque de estacionamento.




Mas ele também trabalha pinturas famosas que ficam deslumbrantes (procurem pelo quarto do Van Gogh). Não é um espectáculo?