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sexta-feira, 31 de julho de 2015

Haviamos todos de ter tempo (e dinheiro) para darmos uma volta (inteira) ao mundo ( a este)

Não vou saber escrever tão bem e muito menos explicar -me, como a Carla, a tal que está a dar a volta o mundo com os filhos, mas sinto tanta coisa de cada vez que ela aparece que alguma coisa tenho que tentar mostrar. Tornei-me uma freak do google earth ou maps. Em cada terriola que ela passa , lá estou a eu a viajar pelas fotos dos outros, pelas imagens de satélite, pela história e estórias de tantos lugares que jamais sonhei que existissem, aqui e agora ( esse foi assim o meu primeiro embate). Tenho feito  descobertas incríveis e o meu coração nómada tem muitas vezes batido demasiadamente rápido, mas fizeram-me muito bem a lavagem do sedentarismo e do vai mazé trabalhar que ninguém vive do ar ! Mas isso agora não interessa nada. O que vim aqui hoje dizer e sobretudo mostrar são os lugares que ela fala do seu "último país do ano", por nenhum motivo em especial, mas porque me apetece não deixar para outro dia (como já fiz doutras vezes) o que posso fazer hoje. Ora espreitem lá estes gigantes paraísos na Indonésia e arredores


Nunca imaginei, juro... Mas agora a sério, dêem-se ao trabalho de ler a viagem dela duma ponta à outra e boas viagens. Eu cá vou ali aqui de férias.
 

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Tele-transporte até à Croácia

Este post tem 7 anos e está no meu antigo e escondido blogue . Fala da nossa viagem inesquecível pela Croácia e coloco-o aqui hoje, nem sei bem porquê. Talvez porque são várias as vezes em que tenho flashes que me tele transportam daqui para  o por-do-sol em Zadar, ou um bar em Zagreb, ou o pontão em Dubrovnik, ou para um autocarro entre Sibenik e Split, ou como agora mesmo o passeio até Hvar.O post original tem um filme, mas está tão piroso (aliás como o texto) , que prefiro apagar e ir vasculhar o arquivo de fotos e daqui a nada venho completar o post, vale?

A manhã estava cinzenta, mas pelo menos não chovia, quando nos dirigimos ao cais para comprar os bilhetes para a ilha de Hvar- é de informar que só há 3 barcos por dia e que o último partia da ilha ás 17:30 senão teríamos que lá ficar para o dia seguinte, o que não dava lá muito jeito uma vez que as nossas bagagens estavam guardadas do hotel no qual já tínhamos feito o check out. Aventuras por agora chegavam, mas não para já! O ferry era enorme (quase tão grande como o que me levou para África uns tempos atrás), ficámos quase sempre no convés a apanhar ar e a quase voar sempre na esperança de ver as nuvens a abrir quando elas insistiam em ficar cada vez mais negras...A viagem dura mais de uma hora, por isso ao aproximar-mo-nos de Hvar, passando por entre Solta e Brac,eis que o céu se abria e já em pleno Adriático o Sol brilhava e de que maneira! Metemo-nos no autocarro porque ainda teríamos uns 15 minutos para atravessar a ilha árida e cheia de campos de alfazema até chegar á principal cidade, Hvar. Não me lembro se já falei das senhoras que estão em todos os terminais a “oferecer” quartos/rooms/zimmer/chambre/sobe, mas as típicas velhotas até aqui se atropelavam quando a porta do autocarro se abria! Estas eram especialmente catitas, confesso e o ambiente à chegada foi até bem acolhedor. A pequeníssima vila é uma delícia: Entra-se por uma grande praça estreita, ladeada por edifícos em pedra todos impecáveis, sendo que num dos topos (por onde chegamos) estava uma belíssima Catedral e no outro o porto cheio de barcos á vela- O cartão de visita não podia ser melhor.Depois foi dar passeios de reconhecimento, rua acima rua abaixo, nas estreitas vielas mas muito bem cuidadas e com a particularidade do colorido pontual nas portadas das janelas num azul quase tão intenso como do mar que rodeia a ilha. Subimos até ao Castelo onde tivemos a oportunidade de perceber com funcionava tudo lá em baixo e ainda com o brinde duma sinfonia de todos os sinos de todas as igrejas, que habitualmente ouvimos em qualquer cidade, mas que aqui tiveram um efeito mais intenso e sonoro. Lembrei-me agora de que a maioria é muito religiosa e tem um profundo respeito por todos os símbolos cristãos- eram mesmo muitos os que ao passar diante duma igreja ou dum santo se benziam. Enternecedor. Na descida fui aliciada pelo perfume que pairava no ar e não pude deixar de comprar uns saquinhos de alfazema que é o produto mais que local. O sol e a passeata abriram-nos o apetite e lá nos tivemos que instalar numa esplanada esplendorosa a beber um caneção de cerveja e comer uma deliciosa pizza por muito pouco e tendo tudo a nossos pés- O sol, o mar, as pessoas, a vida! A digestão, essa foi feita à beira da água, escarrapachados nas rochas simplesmente a gozar...Mais um passeio até ao silencioso mosteiro franciscano, sempre seguidos pelo mar e pelo sol e por mais vielas estreitas com escadarias cheias de História. Por fim o regresso...
A partida do autocarro, a vista da fantástica estrada que me levou a sonhar em estar ali com a minha Vespa e com os cabelos ao vento, o regresso no barco vazio onde simplesmente nos deitámos um sobre o outro e com os pés descalços desfrutamos de tudo o que tínhamos direito. A chegada a split ainda nos proporcionou um fantástico pôr-do-sol entre o céu e a terra. Agora era tempo de seguir viagem e depois de irmos ao Hotel buscar as bagagens em direcção ao autocarro que nos levaria pela noite até Zadar. Quase fizemos as pazes com Split ,que finalmente brilhou na hora da despedida.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Paris Analógico #4

Dia 4 (resumo) :  Marché des puces Saint -Ouen, Marché des puces Vanves- Montparmasse- (passeio de bicicleta até ao Marais)- Marais (de cima a baixo de um lado ao outro)
 = o dia que deveríamos ter planeado como deve mesmo de ser e que deveria ter sido outro, talvez o primeiro... 

 
 
Todas as fotografias foram tiradas por mim Canon AE1 + kodac100(09) 
e sim, também reparei que basicamente só fotografei montras...

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Guia prático para um turista em Paris # cultura (ou melhor, museus e exposições)

Não consigo dizer o que se de ver ou o que não se pode perder, porque aqui sim, depende muito do gosto duns e doutros. Posso dizer que entrámos nos principais, vimos os preços e escolhemos apenas um para visitar , porque não havia tempo nem dinheiro para todos. Como fomos em pleno Inverno, não estivemos absolutamente tempo nenhum em filas, a perder tempo.
-Subimos à Torre Eifell por 9 euros. 
- No museu d'Orsay o bilhete custa 11 euros , tem uma das maiores colecções mundiais do impressionismo e está instalado numa antiga estação ferroviária.
- No Louvre o bilhete custa 12 euros, dispensa apresentações mas mesmo assim digo aqui que é gigante e que não faz de todo o meu género, sobretudo pela concorrência.
- Parámos pelo Pompidou, por 13 euros, mas porque nos apeteceu não só, ver arte moderna, como explorar o edifício. Com pena nossa a exposição do cartier-Bresson só inaugurava em Fevereiro...
- O museu Carnavalet é gratuito e mostra a história de Paris, situa-se no Marais (o bairro mais cool de Paris) onde também está situado o Museu Picasso, infelizmente fechado para obras.
- O museu du Quai Branly é também por si um edifício bem interessante e basicamente é um mergulho pelas antigas civilizações, que custa 9 euros.
Mas há muito, muito mais....há que também estar atento ás exposições gratuitas , como por exemplo estava a acontecer no Hôtel de ville ( Brassai, até Março de 2014) ou então visitar as imensas galerias de arte que existem em várias zonas da cidade , sobretudo pelo Marais e em Saint-Germain.
Não vos falo nas outras artes porque estavam todas , algumas com muita pena nossa, fora do nosso orçamento...mas sobre as petites frustrações dedicarei um outro post em breve. É tudo por agora.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Guia prático para um turista em Paris # comidas e bebidas

Paris não é uma cidade tão barata como a nossa...mas a variedade é mais que muita ! 
-Por todo o lado há comida de rua , que é relativamente acessível se não se contar com as bebidas que isso sim é estupidamente caro.
-Estejam atentos ás happy hours por todo o lado se quiserem beber algo a preço "normal". -Não há cá sopas e as poucas que se encontram, são de cebola e custam pelo menos 6 euros. 
- Deliciem-se nas Patisseries e Boulangeries , mas não esperem sentar-se ou tomar café, que são raras as que têm e normalmente são de venda automática.
-  Há os crepes de rua...mas  se querem comer a sério vão a uma das seguintes creperies  que têm imensa variedade, são deliciosas e uma refeição a sério. As bebidas são caras e uma refeição básica ficará por volta dos 12/15 euros, por pessoa.



- Nos restaurantes há o costume de se beber água da torneira: Carafe d'eau que não se paga e é bem boa e é uma forma de se poupar ...
- Na zona onde estávamos alojados (goutte d'or) havia restaurantes e comida sobretudo do Norte de África e Índia e Srilanka, uma maravilha...aconselho o restaurante indiano Muniyandy Vilas, 211, rue du Faubourg Saint-Denis  e  o Krishna Bhavan na24, rue Cail, perto do metro La Chapelle, que é basicamente  a little India por Paris.
- Uma vez que o Marais é que está a dar, deixo-vos mais duas sugestões de "restaurantes" agradáveis e não tão caros. O Comptoir des archives e o L'Estaminet des enfants rouges.
- O ideal é perguntar a mais amigos que morem ou costumem lá ir por mais dicas, estas são as minhas: Boa sorte e bom apetite !

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Guia prático para um turista em Paris # partidas, chegadas e meios de transporte.

Só vou falar do que sei e que resultou connosco: 


Chegada Ao Aeroporto Charles de Gaulle (terminal 2)  > Centro
- boas orientações até à plataforma do comboio
-não perder tempo nas máquinas de venda directa que só aceitam moedas e cartões e têm uma data de opções e vão directamente à bilheteira, onde até vos indicam logo a plataforma de partida .
- Há comboios de 15 em 15 m. (mas que não operam a noite toda, é melhor confirmar, AQUIe que levam cerca de 35 m. a chegar ao centro (Gare du Nord- que não é propriamente a horas impróprias (4.30 AM) , a melhor estação para se estar....)
- O bilhete custa 9.75 euros


Para andar na cidade, dependendo dos dias e do local onde se fica é sempre bom comprar uma caderneta de bilhetes (servem metro, comboio e autocarro) e serve para se ir para o ponto de partida, o resto faz-se a pé ou de bicicleta. O metro também não opera a noite toda. Não acho que valha rigorosamente nada a pena comprar os passes para 1, 2, 3, 5 dias , que não são baratos e os descontos não são para as coisas mais turísticas, mas podem espreitar tudo AQUI.
- um bilhete custa 1.70, mas 10 bilhetes custam 13.70 euros.

A melhor opção para se deslocar em zonas sem tanto interesse (mais monótonas e longas) ou para se deslocar de bairro em bairro é sem dúvida a bicicleta ! Para além de se ficar a ter uma melhor percepção de toda a cidade, sem ser por debaixo da terra, há em praticamente todas as esquinas e a toda a hora, é acessível , prático e todos a respeitam.  Super fácil utilização - regista-se num dos postos com o cartão de crédito, onde te é entregue um bilhete com um número e te é pedido um código, que é tudo o que precisas para levantares a próxima onde quiseres ! os preços e tudo mais pode ser visto AQUI !

Depois é andar e andar e andar e andar....mas das distâncias e do tempo que se gasta,  falarei noutra altura.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Paris analógico #3

Dia 3 (resumo) :  Montmartre ( pigalle/abesses/sacre-coeur/Lepic/clichy) - Saint Germain des pres - Quartier latin - Instituto do mundo árabe - La villette / le centquatre - descida de bicicleta pelo canal st-martin até ao Marais = a iniciação à bicicleta e a descoberta de belas surpresas...

 
 

Todas as fotografias foram tiradas por mim Canon AE1 + kodac100(09) 400(14)
sendo que aconteceu um pequeno acidente com um dos rolos que  resultou em umas quantas fotografias estragadas e as cores totalmente distorcidas- mal do mal o menos e aqui estão algumas delas

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Paris analógico #2

Dia 2 (resumo) : Saint Michel - ile de la Citê-  Pont des arts - St. Suplice- jardim du Luxembourg- almoço em Saint Germain des pres- passeio de carro até ao Canal Saint-Martin- Bastille - rue de Charonne/passages - promenade plantée- ilê de Saint-Louis - Hôtel de Ville  = a iniciação aos crepes, aos bairros e suas particularidades.

 





Todas as fotografias foram tiradas por mim Canon AE1 + kodac100(09) 400(14)