Porque nem tudo o que parece é, divirtam-se no Yes, but no
terça-feira, 10 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Máquinas do tempo
Sou uma apaixonada por fotografia, em todas as formas formatos e feitios e há uns tempos descobri uma máquina fabulosa e apaixonante que só pode ser geradora de momentos únicos e fantásticos. Para ser utilizada sobretudo em ocasiões sociais espero conseguir "fabricar" uma a tempo dos meus 40 anos (e ainda bem que faltam 2 anos). Por agora deliciem-se com o que eles fazem do lado de lá do Atlântico. Magnolia Photo Booth, para mais tarde recordar...
sábado, 7 de julho de 2012
Idade dos porquês
Quando eu era mais nova, queria ser astronauta...Não sei porquê, mas talvez a ideia de ir para o desconhecido e sentir a energia do universo, fosse a maior e mais audaz das aventuras. Acho que tinha demasiadas dúvidas sobre a vida e talvez se estudasse a Origem de tudo, encontraria as respostas que tanto ansiava conhecer. Agora é ela que quer saber tudo, Porquê?, pergunta-me sucessivamente. O mais curioso é que ultimamente ela anda fascinada com os "pelanetas" (como carinhosamente lhes chama- já agora se a encontrarem peçam-lhe para dizer lusco-fusco) e quando olha para ao céu à noite, já sabe que a estrela mais brilhante é um planeta ! No outro dia já lhe contei como é cada um deles mas lembrei-me que tenho uma atlas, mais que precioso pois foi a única prenda do meu pai que foi verdadeiramente importante e emocionante, cheio de fotografias lindas e que vou ter que lhe mostrar. Enquanto procuro resposta ás perguntas mais difíceis que ela já me coloca- e que tanto me tem feito pensar, cantarolamos juntas:
Lá em cima há planícies sem fim/ Há estrelas que parecem correr
Há o Sol e o dia a nascer/ E nós aqui sem parar numa Terra a girar
sexta-feira, 6 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
micropoética
"O verdadeiro charme das pessoas reside em quando elas perdem as estribeiras, quando não sabem muito bem a que ponto estão. Não são pessoa que desmoronam, pelo contrário, nunca desmoronam. Mas se não captar a pequena marca de loucura de alguém, não pode gostar desse alguém, não pode gostar dele. É exatamente este lado que interessa. E todos nós somos um pouco dementes. Se não captar o ponto de demência da pessoa, eu temo que...aliás, eu fico feliz em constatar que o ponto de demência de alguém seja a fonte de seu charme."
Deleuze
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