quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Love is like a sin my love

 Love is like a sin my love
For the ones that feel it the most

Atenção: este vídeo pode conter imagens capazes de ferir as susceptibilidades de mentalidades mais sensíveis, porque mostra sexo. Mas relatado pela actriz, agora cheia de rugas e cabelos brancos e com a fantástica música Paradise Circus dos Massive Attack, torna-se imperdível. Parem , escutem e olhem (quando tiverem tempo, claro)

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Não estamos todos onde devemos estar...

Foda-se ! estou farta, mas farta de ler e ouvir pessoas analfabetas e ignorantes a falar, que preferem por a culpa no estado do país e no governo em vez de pararem para pensar  e ter um olhar crítico e construtivo sobre o que se passa à sua volta...percebo o desespero de alguns, mas isso não é motivo para que percam as estribeiras  e muito menos lhes dá o direito de disparatem para todos os lados e regurgitem asneiras e apontem o dedo aos suspeitos do costume. caramba...Estou saturada de pessoas burras que preferem continuar a viver na ignorância e na sua zona de conforto em vez de tirarem as palas, aprenderam a ler para além do Correio da manhã, tirar os auscultadores dos media sensacionalistas e ditatoriais, deixarem de acreditar nas histórias de café (que já devem ir na centésima versão). Levantem os rabos do sofá e mexam-se ! aqui ou acolá, mas o que interessa é que façam qualquer coisa de útil e positiva, em vez de passarem o tempo a lamuriarem-se e culpabilizarem-se em bodes expiatórios.Continuo a saber de pessoas que têm esquemas montados, continuo a saber que há muitos que conseguem escapar a responsabilidades sociais, continuam a existir incompetentes à frente de trabalhos que exigem grande responsabilidade, continua a haver padrinhagem e lavagem, continuam a existir muitos que se  recusam a descer do pedestal e se recusam a viver à medida daquilo que produzem e têm, continua a existir fuga aos impostos , continua-se a pensar que os outros países são muito melhor exemplo que o nosso. Tudo porque somos comodistas e estamos à espera que sejam os outros a resolver os nossos problemas ou como acabei de ouvir um trolha dizer: há por aqui mais pessoas a roubar que a trabalhar. Está na hora de nos desprendermos do que é acessório e agarrar ao que é essencial. Todos, afirmo, todos devemos meter a mão nas nossas consciências e ponderar muito bem quem somos e que andamos por aqui a fazer e depois sim, façamos alguma coisa construtiva e de preferência sem atropelar o próximo.

Foi esta notícia, seguida do seguinte comentário que me irritou profundamente : "Este tipo de situações vem a reboque do clima de austeridade e fim do Estado Social montados por este Governo. E isto foi em 2012. Em 2013 adivinha-se bem pior." - Meu senhor, isto não tem nada que  com austeridade ou politica- isto que é algo bem mais grave, tem apenas a ver com falta de princípios, ética, insensibilidade , desumanidade e bestialidade ao quadrado por parte da direcção e envolvidos na triste história. agora mexa-se e responda com educação: 
Afinal a criança  (5 anos) tem lá culpa que os pais não tenham pago o subsídio de almoço... 

Adenda posterior á publicação: as redes sociais têm disto, as coisas acontecem demasiado rápido e sem darmos conta ficamos demasiado empolgados. Mantenho tudo o que disse em relação aos comentários inapropriados, mas dou algum benefício da dúvida à direcção da escola, após ler este esclarecimento.



Não, não sou a única

Não parecemos, mas no fundo somos todos iguais....e ainda bem ! É que tenho o maldito hábito de me subvalorizar diariamente, sobretudo depois ler alguns blogues e respectivos comentários e ao assistir cheia de "inveja" ao desenrolar de vidas quase "perfeitas" através do facebook. Pois, mas isto não é a realidade dirão muitos e com alguma razão, mas é o que está disponível e exposto sem qualquer tipo de filtros ou entoações ou expressões ou sons, digo eu. É o que todos mostram ou, segundo outro ponto de vista, aquilo que querem que os outros vejam. São textos lindos e limpos e imagens mais que bonitas, de pessoas que têm sobretudo inúmeros talentos e umas ricas vidas... É nestes não-lugares que cada vez mais pessoas, vivem e partilham a sua vida, trocam ideias e exprimem vontades e mostram o quão bom são ou ambicionam ser. São "trocas" limpas sem muita identidade, mas que são cada vez mais uma realidade, ou pelo menos e infelizmente a minha.  Os meus amigos cada vez são mais virtuais e já nem se dão ao trabalho de fazer perguntas porque assumem que tudo o que é escrito, já está dito, logo resolvido. São raros os momentos em que nos salta a tampa e decidimos chamar as coisas pelos nomes e mostrar que somos: falíveis e imperfeitos. Não é a desgraça alheia que me interessa, mas tal como eu gritei aqui, e aqui, interessa-me perceber e constatar que não estou sozinha nem a delirar- afinal há por aqui e aí gente que tal como eu é feita de carne e osso e sangue. ufa... E agora façam o favor de ler este post do ca%$&o! (aqui devo fazer uma pequena e grande ressalva,em jeito de homenagem ao pai da minha filha, a minha melhor metade e ainda cima um Homem com H grande, obrigada por seres tudo aquilo que se espera que seja um companheiro e um pai) e acreditem que no fundo, somos todos iguais. Já agora aproveito para pedir para que não se inibam de deixar comentários aqui ou ali de vez em quando, para que eu não me sinta tão perdida e sozinha neste mundo. Afinal todos temos necessidade de sermos compreendidos e de aprendermos com os outros. Agradecida.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

O Amor tem os dias contados?


Escrevi e reescrevi e não sei por que ponta lhe pegue, mas para começar estou triste e abalada e temerosa e sobretudo demasiado pensativa. Ontem soube que mais um casal de amigos, de longa data, se separou. Bolas! quando pensas que há algumas histórias de Amor que são, dentro dos padrões naturais de cada relação com os respectivos altos e baixos e fases e momentos, quase perfeitas mas que afinal também são falíveis e acabam, dá que pensar. Tenho a sensação que os castelos de cartas se estão (quase) todos a desmoronar e isso assusta-me, sobretudo quando estou a falar daqueles casais que olhamos com admiração por serem (aparentemente, talvez) perfeitos. E as almas gémeas ?e as caras-metades ? e aqueles que foram feitos um para o outro? Não posso crer que sejam mitos... Por outro lado diz-se que para melhor muda-se sempre e o que tem que ser, é -hum....faz algum sentido.  teorias à parte a pergunta que me assolou de imediato foi: quando ,quanto tempo falta para que chegue a minha vez...digam-me que não estou a ser imbecil e que também vos passa pela cabeça, ao saber de cada vez mais histórias de relações de amigos que terminam, que o Amor tem dias contados e que tal como tudo na vida há um princípio, um meio e um fim. Mas não, não posso acreditar que não existem de facto amores verdadeiros e eternos. Têm que haver, senão nada faz sentido. Neste momento e mais uma vez nada parece mesmo fazer sentido, porque  bem sei que nada é seguro nem dado como garantido, há que trabalhar e alimentar o Amor e a relação, mas a verdade é que cada vez mais há mais e imediatos estímulos exteriores que não podemos nem conseguimos controlar.  Afinal todos queremos segurança, companhia, partilha, aventura, liberdade paixão, cumplicidade, amizade, poder, sexo, compreensão, rotina, experiências, encosto, momentos, dedicação, confiança, tesão, amparo, base, novidade, mas encontrar tudo isto numa só pessoa e sobretudo em sintonia parece uma tarefa quase impossível. Será que é mesmo isto ou não passa de mais uma série de desculpas para justificar o facto de afinal sofrermos todos de insatisfação crónica? Penso melhor, relembro , observo e questiono-me: se a separação é quase sempre uma libertação, porque nos controlamos ou contemos nós durante tanto tempo? Amar não devia ser assim...enfim

(Foto tirada por mim com Yashica TL electro X +Fuji superia 200 @ Estoril)

domingo, 14 de outubro de 2012

Sei o que fizeste no Domingo passado

Acordar tarde e ir almoçar num jardim sobre Lisboa antes de percorrer a cidade em caminho inverso aos lugares que deixámos na noite anterior. Olhar para cima e parar .



Passear em destinos que ás vezes passamos sem ver e descobrir novas feiras cheias de coisas antigas. Parar e suspirar.


Descobrir novos lugares mesmo ao pé de casa, que não me importava que fossem meus e desejar não ter pecado antes, pois sou mesmo louca por crepes. Para a próxima repensar.



Fotos tiradas por mim com Yashica TL electro X +Fuji superia 200

sábado, 13 de outubro de 2012

Sábado(s)

É dia de passeio pelo nosso Bairro. De manhã vai-se ao mercado biológico encher o frigorífico de frutas e legumes e de tarde quando calha (últimos sábados de cada mês) há feira de antiguidades e velharias, que já teve (bem) melhores dias....

Fotos tiradas por mim com Yashica TL electro X +Fuji superia 200