quinta-feira, 29 de novembro de 2012

A lista de Natal

Para além de ser tudo em português e sobretudo por serem trabalhos manuais e caseiros, pensados e feitos pela mão destas talentosas artistas que eu particularmente admiro, eu queria mesmo, mesmo ter :

  A granola doSEMENTE, da Patricia

 O estojo para as minhas agulhas, da Diane

A pregadeira, da Vera

O curso de manta de retalhos, ensinado pela  Rosa

 Uma peça (que esteja disponível) , da Rita


 O(s) calendário(s), da Sara


Um crachá, ou todos, da Sónia


A minha filha já tem um cão e um macaco , da Catarina, mas o gato , da Virgínia é maravilhoso. A boneca de sonho das duas é mesmo a da Rosa...Os livros claro, são os do Bernardo, da Madalena, da Isabel, da yara e restante companhia e o puzzle , da Débora.

Se eu não posso ter todos ao mesmo tempo, será um de cada vez, mas vocês toca a aproveitar bem as sugestões !

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Porque descobri que só sou feliz, se fizer os outros felizes

Há um site maravilhoso que todos deviam visitar e se conseguirem, ajudar. Chama-se KIVA um projecto que muda vidas...

Através do site conseguimos emprestar a alguém do outro lado do mundo, que precisa dum empréstimo para construir ou levar adiante o seu negócio e sobretudo para muitos a sua subsistência  - como criação de cabras e vacas, compra de sementes para plantar, ou tijolos para construir a sua casa. 

Cada empréstimo tem a fotografia do empresário, uma descrição do seu negócio e como eles planeiam usar o empréstimo, para que nós saibamos exactamente como o  dinheiro está a ser gasto e no fundo acompanhar todo o processo. A parte mais curiosa é que, quando a pessoa consegue pagar o seu empréstimo, nós recebemos o nosso dinheiro de volta. Tudo é gerido por instituições de micro crédito e finanças, que têm bastante experiência e estão no terreno a salvaguardar o interesse de todos. Há assim uma certa confiança pois sabemos que o dinheiro está a ser entregue e gerido com responsabilidade.

É realmente fácil ajudar e fazer algo por quem precisa mesmo e acima de tudo estamos a empreender num negócio sustentável que vai proporcionar uma refeição, roupa para vestir, educar uma família por algum tempo. E assim podemos fazer alguma diferença, sem perdermos mais que algum do nosso tempo.Porque afinal não estamos a dar, estamos só a emprestar.  O mais difícil é mesmo escolher quem se pode ajudar.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

It's my party and i cry if i want to

Hoje faço anos , precisamente agora. E especialmente hoje quero ser bajulada, mimada e adorada, é que estou meio que a passar pelo meio duma pequena crise de meia idade. Sim eu sei que era dispensável mas também sei que a coisa se vai compor, numa questão de tempo. A questão do tempo e como ele nos foge, é que é A grande questão. A sensação que estou parada num tempo e que  já não vou a tempo de viver tudo o que ainda queria viver. A sensação de me estar a perder e sobretudo a ficar para trás. A sensação que nunca vou perceber aquilo que me deixaria partir daqui absolutamente satisfeita. A sensação que estou na eminência de uma vez por todas, ganhar coragem e força de vontade para não me deixar só estar, porque como estou agora não estou (nada) bem. Preciso portanto de ajuda e de todos os empurrões necessários para sair deste meio termo, deste limbo desgraçado para onde nos empurram diariamente, desta inércia e deste peso pesado que me começa a pesar no coração e na respiração. Não queria voltar atrás, mas queria sentir-me mulher como me sentia antes de ser mãe. É isso, vamos aos pedidos: Queria ser mais corajosa e audaz, queria recuperar  a auto-estima que perdi quando ganhei demasiado peso, queria não "me" compensar na comida e não ser tão gulosa, queria não mais procrastinar, queria ser capaz de enfrentar os fantasmas do passado, queria ser uma pessoa segura (confiante até sou), queria conseguir gerir as minhas emoções, queria ser melhor mãe, queria voltar a ser a mulher amante e apaixonada, queria deixar de me preocupar tanto com o que os outros dizem, não dizem, pensam ou deixam de pensar, queria conseguir gerir e meu tempo e não panicar à segunda contrariedade, queria que as pessoas me respondessem quando chamo por elas, queria ter mais amigos, queria não ter a mania da perseguição, queria estar bem comigo, queria não ter tanto medos, mas hoje e sobretudo hoje só quero ser adorada....O resto, logo se vê. só espero estar cá para vos contar como foi


sábado, 24 de novembro de 2012

Detalhes

 
 Adoro a simplicidade e a elegância dos detalhes que (infelizmente nem todos percebem) fazem toda a diferença. Estes fazem-se pagar, e bem, por aqui. Um dia regresso ao tema, para explicar que se trabalhasse numa papelaria , daquelas a sério que já são mais que raras por cá, seria bem feliz....

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

NY, i f#$%&/%$ miss you !

Isto de estar a mexer em mapas e em memórias tem muito que se lhe diga. Pensei que te tinha  "enterrado" quando me apercebi que não havendo possibilidade de conhecer o mundo todo, regressar a um sítio (caro, sobretudo) estaria fora de questão. Engano, e se já fui mais que uma vez  a Amesterdão, Veneza, Madrid, Barcelona, porque não hei-de continuar a sonhar contigo? Dei por mim e percebi que continuo cheia, mas cheia de saudades de Nova Iorque e que ela me está a fazer uma falta dos diabos...sobretudo agora e sobretudo com ele a meu lado.
 

As fotos são de Andrew Mohrer e podes ver muitas mais, aqui.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

If i could i would

É isso...ás vezes gostava de ter super poderes, para fazer o bem a quem não o sabe fazer lá muito bem! Sendo assim, cá vai:


O desabafo vem no sentido de estar ligeiramente desapontada com algumas pessoas com que vou privando ao longo do meus dias, com maior ou menor afinidade, mas que são supostamente pessoas que me querem bem- senão , considerem-se excluídas das minhas redes sociais e sobretudo da minha vida. Dei vida a uma ideia que construí e estou a construir com todo o prazer na qual coloco, cada vez mais empenho e mais de mim. Não pretendo fazer negócio nem viver disso, mas gostava que a mensagem chegasse a um maior número de pessoas, que gostem e se identifiquem com esse projecto. É aqui que entram as redes sociais e o passa a palavra. Eu passei obviamente a mensagem a todos os meus contactos e compreendo perfeitamente que nem todos achem piada, gostem ou simplesmente não estejam nem aí para o que eu faço ou deixo de fazer, mas têm certamente em seus contactos alguém que poderá gostar e logo estariam a ajudar-me a partilhar o meu projecto e como consequência a fazer-me feliz, basta clicar e se quisessem ir um pouco mais longe compartilhar aos amigos certos (aqueles que sabem que se podem identificar no conceito) . É só isso, não preciso que gostem, preciso que partilhem. É o que eu faço, peçam-me ou não. Afinal o facebook não serve só para partilhar o que almoçam, de que cor são os vossos sapatos, como se sentem esta manhã, as fotos das festas que só servem para mostrar as fotos, as indignações pontuais e explosivas dos virais, do teu reflexo no espelho, de mostrar as fotografias dos outros, dos bebés perfeitos, do que andar a ouvir, a ler ou a ver, as frases feitas, as nossas pancada, serve também para partilhares a ideia que um amigo que simples e educadamente te pede. Acho que ninguém perde e aliás ajuda-se é alguém (que por acaso é teu amigo) a ganhar....

Esta andava atravessada , sobretudo depois de ver o que se vê por aí.