Obrigada Phil Dunphy , acabaste de me salvar o dia e a vida !
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
domingo, 16 de dezembro de 2012
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
I'm so excited and i just can't hide it #
Todos estes objectos dos anos 70- a década que também me viu nascer - fazem parte do meu imaginário, crescimento e dos meus sonhos. Uns são brinquedos do passado outros farão para sempre, parte do meu futuro. Divirtam-se !
A máquina dos meus sonhos...
O imortal LEGO e o meu saudoso comboio
Os inesquecíveis primeiros jogos de computador
O memorável walkman da sony
Os loucos e multi-funcionais objectos de design
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
O caminho das estrelas
Talvez seja nas épocas de maiores incertezas e mudanças que volto a olhar para os astros, as mãos , as cartas e as estrelas, porque eles duma maneira ou outra me mostram alguma coisa, seja ela o que for. Não sou de todo dependente nem viciada nas artes adivinhatórias pois bem sei o quão "perigosas" podem ser em tomadas de decisão que devem ser tomadas em consciência apenas por quem tem que ser- e não por terceiros, ou opiniões de quarta. isto é o que eu sempre digo a quem me pede (muito raramente e felizmente) conselhos. Como tenho muito respeito pelo oculto (eu não acredito em bruxas, mas que as há, há !), pois não tendo a certeza do que pode ou não ser realidade ou apenas coincidência, quando leio a minha carta astral consigo afastar-me do que está lá escrito, mas há palavras ou frases que vão ficando gravadas e de quando em vez batem-me aqui á porta. Será ? e se? O curioso é que quando lemos o futuro não nos conseguimos abstrair do presente e do passado e isso, muda tudo. É só quando lemos o futuro, que agora é o presente, que entendemos o que esta(va) lá escrito. É natural que as nossas projecções sejam sempre ou mais negativas ou positivas consoante o nosso nível de segurança, mas na realidade o futuro não se prevê, é aquilo que é e tem que ser. E agora rio-me porque o que li no passado sobre o futuro, que está a ser o agora, não é nada do que tinha entendido na altura, mas é precisamente aquilo que lá está escrito e que está a ser. Agora estou é curiosa em saber se este projecto em que me meti é aquele em que vou adquirir maior percepção da minha alma e destino enquanto ser humano, ou se ainda está para vir coisa melhor. Olha, o que tem que ser....será !
Loucos e santos
I choose my friends not by their skin or other archetype, but by the pupil.
They have to have questioning shine and unsettled tone.
I'm not interested in the good spirits or the ones with bad habits.
I'll stick with the ones that are made of me being crazy and blessed.
From them, I don't want an answer, I want to be reviewed.
I want them to bring me doubts and fears and to tolerate the worst of me.
But that only being crazy.
I want saints, so they dount doubt differences and ask for forgiveness for injustices.
I choose my friends for their clean face and their soul exposed.
I don't just want a man or a skirt, I also want his greatest happiness.
A friend that doesn't laugh together doesn't know how to cry together.
All my friends are like that, half foolish, half serious.
I don't want forseen laughter or cries full of pity.
I want serious friends, those that make reality their fountain of knowledge, but that fight to keep fantasy alive.
I don't want adult or boring friends.
I want half kids and half elderly.
Kids, so they don't forget the value of the wind blowing on their faces and elderly people so they're never in a hurry.
I have friends to know who I am.
Then seeing them as clowns and serious, crazy and saints, young and old, I will never forget that 'normalcy' is a steril and imbecil illusion.
Óscar Wilde
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
midlife crisis
Deve ser passageiro, aliás assim o espero , esta crise de meia-idade. Se bem que desde sempre tive pavor da morte, da minha morte, de morrer muito antes de fazer o pouco que podemos fazer durante a nossa vida. Porque sejamos sinceros as conversas da vida depois da morte, das vidas passadas, das transformações , da passagem para outro lugar, são muito bonitas e consoladoras para alguns, mas não para mim que só sei e tenho consciência que estou aqui e agora e é só este aqui e agora que me interessa. Enfim, detesto sofrer por antecipação mas é mais forte que eu, alguns pensamentos menos próprios que me assolam de quando em vez e me chegam mesmo a tirar o sono. Só nem quero imaginar quando chegar á menopausa ou mesmo à minha velhice. Espero nessa altura estar mais tranquila e em paz comigo , com os outros e e com o que me rodeia...Por agora estou confusa. No
outro dia, enquanto almoçava ouvi duas
senhoras de meia-idade a comentar que com o avançar da idade e
apesar de se continuarem a emocionar, têm mais dificuldade em chorar.
Choram cada vez menos, disseram uma à outra e isso fazia-lhes confusão…. Também
a mim me fez confusão pensar que com o passar do tempo as nossas
lágrimas acabam por secar. As
emoções são as primeiras a pregarem-nos partidas e o pior é que nem sempre as conseguimos controlar . Confuso, não está a ser? Pois é precisamente como está a minha cabeça. Queria falar dum filme que vi há já algum tempo- um filme maravilhoso, profundamente dramático, com uma história triste
mas muito real, tocante no que diz respeito ao sentido das nossas vidas,
sem sentimentalismos exacerbados ou lições de vida enaltecedoras mas
duma verdade da qual ninguém está distante e com um título singular e certeiro que
diz quase tudo: A minha vida sem mim. Não fui capaz de chorar, nem uma
lágrima escorreu apesar de estar hipnoticamente comovida e isso
deixou-me triste…Ontem curiosamente comecei a ver outro filme, que estava na gaveta há demasiado tempo e que ainda não tendo terminado de o ver, pensei imediatamente que poderia ter sido escrito a pensar em mim e nos meus pensamentos mais obscuros. Ou será que vocês também pensam como as pessoas reagiriam à vossa morte?
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