Ontem foi noite de ver(ificar) os filmes super8 e 8mm que comprei na última incursão á feira da ladra. Já aqui tinha desabafado um dia , por um lado as boas memórias que este tipo de filmes me deixaram e por outro a revolta por todos esses que fizeram e faziam parte de mim terem ficado perdidos, nesse passado que uns fizeram questão de apagar. Havia os nossos mas também haviam os que se alugavam para ver nas minhas festas de anos ou noutras alturas: O Charlot, o bucha e o estica e pequenas animações da Disney fazem parte de mim desde sempre e uma vez perdidos, gostaria de voltar a achá-los. No outro dia falei dos acasos, nem a propósito....
Ontem ao projectar na parede as duas últimas aquisições fui gratificada , novamente pela sorte ou como prefiro dizer: tenho uma sorte do caraças ! Duas bobines, duas surpresas. Uma delas tinha uma série de pequenos episódios da Disney que reconheci como se os tivesse visto ontem e a outra tinha o meu querido Charlot (Charlot rentre tard)- não preciso de alongar na descrição de tudo aquilo que senti pois não?
A parte chata é o facto de serem tão curtinhos, mas a parte boa é ter ao lado uma caixa cheia de outros achados e comprados ao longo dos tempos. As imagens que se seguem não são reveladoras da surpresa que foi visionar um conjunto de filmes caseiros dos EUA nos anos 50, que prometo um dia filmar e mostrar. Mas melhor que ver os filmes dos outros é termos o privilégio de nos vermos a nós há mais de 30 anos...
É que apesar de eu nunca mais me ir ver em bebé a não ser em muitas fotografias, a minha outra metade tem uma série de filmes desde que era bebé e lhe deram o seu primeiro banho. Ontem aproveitámos o embalo para ver mais uma série deles, desde idas ao campismo, ao zoo de Lisboa, festas na escola ou até a sua festa de aniversário e a sensação é tão grandiosa que não consigo resistir em partilha-la como o mundo. Já a seguir....
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