Mostrar mensagens com a etiqueta amor. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta amor. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Para sempre (mais tarde) recordar

O que me vai salvando aqui no trabalho é a música, maioritariamente a radio radar, que ainda nem tive tempo de re-configurar os meus álbuns. Esta semana ouvi que alguém vai dedicar à sua filha, de seu nome Júlia , uma hora de músicas e pensei para mim que também já era tempo de começar a compilar um álbum só para elas. Não sou assim tão conhecedora, já gostei disto e daquilo, vou gostando mais disto do que aquilo e na maior parte das vezes gosto até me fartar e noutras vezes esqueço-me do que mais gosto. Tenho que me organizar a sério e não deixar passar algumas pérolas que devem mesmo ficar para a nossa prosperidade. Tenho outro defeito, não conheço bem as letras, presto pouca atenção (outro pormenor que vou ter que mudar) e na maior parte das vezes sei lá do que estão a falar.  Por isso esta tarefa não vai ser nada fácil e ainda bem, que quero ter tempo e elas ainda têm tempo. Começo por 10, porque ao ler as letras tive que ir eliminado uma data delas e porque quis fugir ás óbvias. Mas lá está, tenho tempo, espero.

se tiverem muita vontade em sugerir, força !

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

making of 5 anos deliciosos anos #

Comecei a pensar esta festa quando estava grávida, há um bom par de meses, sobretudo porque tinha o tempo que agora me falta (de seguida, porque a bebé tem sido muito nossa amiga, se é que me faço entender) e que sabia me ia dar um jeitão. Na verdade tenho tudo planeado e pré-peparado, mas ontem, no dia dos seus anos a simples tarefa de fazer um bolo de aniversário (que por sinal ficou hiper maravilhoso) revelou-se uma árdua tarefa e deitou provavelmente A festa por água abaixo. Conto mostrar o que tenho pensado e no fundo tenho esperança que a festa fique linda como o que imagino, ela merece e já estou habituada a fazer. Aqui está a festa dos 4 e a dos 3.


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Vem soprar os 4 anos- a festa


Este ano desistimos de fazer a festa nos jardins ao pé de casa, pois exigiria que tivéssemos alguém que nos ficasse  a guardar um lugar desde cedo e por isso fomos todos para o campo, onde há espaço para tudo e todos (as formigas é que podiam ter ido chatear outros). Já o stress e a correria da instalação e preparação para que fique tudo perfeito antes que todos cheguem, apesar de estar a melhorar está longe de ser perfeita...Por isso só consegui estas fotografias, que os meus convidados são demasiado pontuais o que é espectacular ( se já estivesse tudo no lugar...) Mas parece que eu sou a única a reparar nisso , dos pormenores, porque de resto todos gostam sempre muito e até a pequena já agradece sem que alguém lhe pergunte. Este ano decidimos construir baloiços e uma pinhata, que por ser construída por pais arquitectos deu hipótese a todas as crianças de tentarem destruir em duas rodadas o trabalho de uma semana ( sim, custou mas foi). Valeu todo o esforço quando vimos o sorriso dela e  é caso para dizer prova superada !

terça-feira, 23 de julho de 2013

Sombras de Alguém, para sempre recordar...

Depois dos jornais, a televisão. Esta é a continuação das sombras de alguém....
Espero que esta nossa memória fique aqui bem guardada, para sempre que quisermos a virmos espreitar. ah! e para sempre recordar...

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Cartas de amor #

Não foi numa caixa com 30 mil fotografias e negativos de meados dos anos 50, de um fotógrafo desconhecido compradas num leilão, do lado de lá do Atlântico. Foi um maço com duas dezenas de cartas, dos anos 30 que regateei por uma nota de 5 euros numa destas idas á feira da ladra. Só agora perdi tempo a lê-las do princípio ao fim. Só agora percebi porque suspiravam tanto as nossas antepassadas, não é ficção é a verdade que aqui está descrita em afectos e palavras. Só agora descobri os segredos do Jorge. Só agora percebi porque não consegui trazer mais um molho de cartas por achar que o "vendedor" me estava a enganar, não baixando do  euro por carta (que sim sai caro para quem não tem dinheiro e é só uma curiosa). Mas só agora percebi que tenho uma relíquia tão bela como as fotografias duma ama solitária entre mãos.



O pormenor do canto virado escrito " O amor é triste quando os corações estam longes" é simplesmente delicioso (pobre Lília, mal deveria saber que  não era a única a sofrer de Amor pelo Jorge, que também derretia o coração da Menina Maria Felismina mais a sul)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Lights will guide you

Não é suposto ser um post lamechas, mas eu próprio não consigo conter as emoções, a pele de galinha e as lágrimas ao ver esta coreografia (o bailarino e a música atingem-me no sítio certo). É suposto ser uma mensagem positiva, dedicada a alguém levou uma pequena rasteira da vida, mas que se levantou e é tudo isso que eu de momento quero transmitir: As luzes vão -te guiar, Rita e eu cá te espero. 

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Cartas de Amor

Depois dos rolos perdidos nos terem começado por aparecer sem os procurar e depois de ter tido uma ideia para o dia dos namorados, comecei a dedicar as minhas idas ás antiguidades em busca de maços de  cartas de amor perdidas, que normalmente guardamos até ao fim dos nossos dias... Já tenho algumas e confesso que me derreto com o romantismo e a formalidade nestas trocas tão delicadas de correspondência. Afinal a existência de alguns de nós pode muito bem ter começado numa destas histórias de Amor. É no amor que começam as histórias das nossas vidas, não é bonito ? Mais, brevemente...

Como será que terminou a história do Artur e da Milú, cujos destinos e vidas se cruzaram há mais de 70 anos ?

sábado, 12 de janeiro de 2013

Sombras de alguém #


E assim de repente e para além de nós os dois e de alguns amigos que também já se apaixonaram por este projecto- Sombras de Alguém, surgiu o interesse de alguns jornais em partilharem a ideia, as palavras e as imagens. Primeiro foi o jornal i, que dedicou duas páginas na sua edição impressa e hoje saiu o artigo no P3 do jornal Público. Fico mesmo feliz sobretudo por acho que vai impulsionar o menino Filipe a meter cá para fora todos seus projectos pessoais e que a meu ver precisam mesmo de sair da gaveta e merecem ser colocados pelas paredes.Quanto a mim, que sou uma fervorosa apaixonada pelos mistérios que fazem parte do passado e das histórias que cabem dentro dele, imaginem a minha alegria quando nos continuam a chegar máquinas com rolos perdidos e depois a emoção em descobrir neles algumas fotografias verdadeiramente belas e emocionantes. Sejam a cores ou a preto e branco, há verdadeiros alguns de família perdidos por aqui, se alguém se encontrar, avise-nos. Eu gostava de me encontrar por aí....


sábado, 22 de dezembro de 2012

Natal é ....

 Dar o melhor de nós ! Como melhor sabemos, ou pelo menos tentamos saber fazer  ;-)

No ano passado os presentes foram , aliás como têm vindo a ser feitos cá em casa pelas mãos habilidosas, do pai, da mãe e até da miúda  (neste caso foi a meter o dedo no cordel para ajudar no nó). O pai fez os doces para os graúdos, a mãe fez os aventais para os miúdos e todos ajudámos a fazer as bolachas de gengibre.


Este ano a dinâmica vai ser mais ou menos a mesma, ou pelo menos tentamos ;-)
Feliz Natal ho* ho* ho *

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

A lista de Natal

Para além de ser tudo em português e sobretudo por serem trabalhos manuais e caseiros, pensados e feitos pela mão destas talentosas artistas que eu particularmente admiro, eu queria mesmo, mesmo ter :

  A granola doSEMENTE, da Patricia

 O estojo para as minhas agulhas, da Diane

A pregadeira, da Vera

O curso de manta de retalhos, ensinado pela  Rosa

 Uma peça (que esteja disponível) , da Rita


 O(s) calendário(s), da Sara


Um crachá, ou todos, da Sónia


A minha filha já tem um cão e um macaco , da Catarina, mas o gato , da Virgínia é maravilhoso. A boneca de sonho das duas é mesmo a da Rosa...Os livros claro, são os do Bernardo, da Madalena, da Isabel, da yara e restante companhia e o puzzle , da Débora.

Se eu não posso ter todos ao mesmo tempo, será um de cada vez, mas vocês toca a aproveitar bem as sugestões !

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Porque descobri que só sou feliz, se fizer os outros felizes

Há um site maravilhoso que todos deviam visitar e se conseguirem, ajudar. Chama-se KIVA um projecto que muda vidas...

Através do site conseguimos emprestar a alguém do outro lado do mundo, que precisa dum empréstimo para construir ou levar adiante o seu negócio e sobretudo para muitos a sua subsistência  - como criação de cabras e vacas, compra de sementes para plantar, ou tijolos para construir a sua casa. 

Cada empréstimo tem a fotografia do empresário, uma descrição do seu negócio e como eles planeiam usar o empréstimo, para que nós saibamos exactamente como o  dinheiro está a ser gasto e no fundo acompanhar todo o processo. A parte mais curiosa é que, quando a pessoa consegue pagar o seu empréstimo, nós recebemos o nosso dinheiro de volta. Tudo é gerido por instituições de micro crédito e finanças, que têm bastante experiência e estão no terreno a salvaguardar o interesse de todos. Há assim uma certa confiança pois sabemos que o dinheiro está a ser entregue e gerido com responsabilidade.

É realmente fácil ajudar e fazer algo por quem precisa mesmo e acima de tudo estamos a empreender num negócio sustentável que vai proporcionar uma refeição, roupa para vestir, educar uma família por algum tempo. E assim podemos fazer alguma diferença, sem perdermos mais que algum do nosso tempo.Porque afinal não estamos a dar, estamos só a emprestar.  O mais difícil é mesmo escolher quem se pode ajudar.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

If i could i would

É isso...ás vezes gostava de ter super poderes, para fazer o bem a quem não o sabe fazer lá muito bem! Sendo assim, cá vai:


O desabafo vem no sentido de estar ligeiramente desapontada com algumas pessoas com que vou privando ao longo do meus dias, com maior ou menor afinidade, mas que são supostamente pessoas que me querem bem- senão , considerem-se excluídas das minhas redes sociais e sobretudo da minha vida. Dei vida a uma ideia que construí e estou a construir com todo o prazer na qual coloco, cada vez mais empenho e mais de mim. Não pretendo fazer negócio nem viver disso, mas gostava que a mensagem chegasse a um maior número de pessoas, que gostem e se identifiquem com esse projecto. É aqui que entram as redes sociais e o passa a palavra. Eu passei obviamente a mensagem a todos os meus contactos e compreendo perfeitamente que nem todos achem piada, gostem ou simplesmente não estejam nem aí para o que eu faço ou deixo de fazer, mas têm certamente em seus contactos alguém que poderá gostar e logo estariam a ajudar-me a partilhar o meu projecto e como consequência a fazer-me feliz, basta clicar e se quisessem ir um pouco mais longe compartilhar aos amigos certos (aqueles que sabem que se podem identificar no conceito) . É só isso, não preciso que gostem, preciso que partilhem. É o que eu faço, peçam-me ou não. Afinal o facebook não serve só para partilhar o que almoçam, de que cor são os vossos sapatos, como se sentem esta manhã, as fotos das festas que só servem para mostrar as fotos, as indignações pontuais e explosivas dos virais, do teu reflexo no espelho, de mostrar as fotografias dos outros, dos bebés perfeitos, do que andar a ouvir, a ler ou a ver, as frases feitas, as nossas pancada, serve também para partilhares a ideia que um amigo que simples e educadamente te pede. Acho que ninguém perde e aliás ajuda-se é alguém (que por acaso é teu amigo) a ganhar....

Esta andava atravessada , sobretudo depois de ver o que se vê por aí.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Geografia do arrepio

Por falar em matemática das palavras e estando a ouvir a gramática da paixão , dei de caras com este poster dos anos 60, duns rapazes que por acaso não acho nada bonitos, mas que até têm umas bocas jeitosas (todas menos a do John). Isto tudo para dizer que há beijos e beijos e eu estou a precisar dum daqueles....



sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Teardrop

Sou uma lamechas é verdade. Hoje e devido ao facto de a chuva ser mais que muita ,me recusar a ir de carro para o trabalho, porque é aqui ao lado e o estacionamento sai mais caro que ir e vir de táxi e sobretudo porque as calças impermeáveis para conseguir andar de mota deixaram de me servir, fiz algo que já não fazia há demasiado tempo- fui de transportes e isso deixou-me cheia, mas cheia de alegria...tem piada que ainda antes de sair de casa e experimentar as malditas calças (xs....) pensei, ou melhor lembrei-me que acho que era bem mais saudável (se bem que fumava) antes de ser mãe, quando deveria ser precisamente o contrário, mas por motivos que várias mães conhecem demorei um pouco mais que o costume a recompor-me. Sendo que o peso esse está bem longe do que já foi. Mas foi ao fazer exactamente o mesmo percurso  que fazia há 4 anos atrás, autocarro acima e metro abaixo, que me emocionei. Sou uma lamechas é verdade, mas hoje fui  e disto tenho a certeza, transportada para aquele inesquecível tempo em que carreguei a minha filha ao ventre. Consigo explicar esta emoção única porque, talvez tenha sido o único lugar onde ainda não tinha regressado, que fazia com prazer e onde tinha com ela um momento, aliás um instante singular: Quando descia ou subia o elevador sozinha, metia a mão na barriga e cantava (porque o som era reverberante)  alto e bom som, as batidas do Teardrop dos Massive attack, quase sempre seguidas de doces pontapés . Tenho a certeza que um dia te lembrarás, pois sentia que era aquele momento só meu e teu, que tal como o cordão nos ligaria para sempre. A música está a tocar aqui e agora e eu tenho que parar. Pausa. as lágrimas caem e se fechar os olhos estou nesse não-lugar só meu e teu. Isto veio despoletar um desejo, bastante profundo senão mesmo enterrado, em voltar a engravidar. As dúvidas são ainda mais que as certezas por isso fico por agora, por aqui. Por Agora  o aperto e a saudade de recordar algumas das músicas que fizeram parte de toda a gestação até ao dia do parto: Nude- Radiohead + O sossego- Rodrigo Leão+ Hoppipolla- Sigur Ros+ Caminho até aqui- Bernardo Sasseti+  Spiralling- Antony and the Jonhsons + I found a reason - Cat Power



quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Mais disto e menos daquilo

As pessoas precisam umas das outras. Eu preciso e tenho a certeza que tu também. Preciso que me respondam quando falo. Precisamos que nos mimem, que nos enalteçam, que nos demonstrem que se preocupam connosco, que nos considerem especiais, que estejam disponíveis para quando realmente precisamos delas, mas também quando só apetece, que somos importantes e que fazemos alguma diferença, que partilhem ideias, mas também banalidades, que nos dêem palmadinhas nas costas, que nos digam que estamos bonitas, é isso, sobretudo que o digam, que falem, que comuniquem que o digam ! Preciso que alguém precise de mim, sem ser a minha filha. Já não me chega só meter um gosto, preciso de mais, será que é pedir muito? Eu preciso e tenho a certeza que tu também.

sábado, 22 de setembro de 2012

Até já Verão


Por do sol na costa vicentina, captado com a minha mini nikon coopix s610
(com uma analógica é que era...)