Mostrar mensagens com a etiqueta arte. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta arte. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 27 de junho de 2013

O que é nacional é bom meets como é que eu não me lembrei disto antes

Não deve haver pessoa que não se fascine com as fachadas em azulejos cheios de cor, padrão e texturas que existem por todo o país, sobretudo no Norte e Centro. Eu pelo menos sou uma apaixonada e sempre que descubro um padrão novo pareço uma criança pelo Natal e só espero trazer na altura a máquina para registar o momento. Confesso que não sou das melhores fotografas e por isso se quiserem basta fazer uma pesquisa pelo flirck ou até mesmo pelo pinterest ou isso para descobrirem milhares de registos super lindinhos- prometo que me vou esforçar um pouco mais. Agora , ainda mais interessante que a panóplia de padrões deste elemento decorativo expresso nas paredes é o modo inteligente como anda a soltar-se delas. A primeira pergunta que me surge é- como é que eu não me lembrei disto antes ?! a segunda é admirar as grandes ideias que se estão a tornar em projectos geniais enquanto na cabeça não param de surgir ainda mais ideias. Chamo agora a atenção para dois desses louváveis e espectaculares projectos: o primeiro são estes cadernos amorosos feitos à mão da Beija-flor - Os padrões dos azulejos portugueses são ricos em formas, linhas e cores. Por isso, achámos por bem registá-los e guardá-los nos nossos bolsos.

imagens retiradas do blog

O segundo, são estas peças de roupa geniais , criadas por uma equipa de mulheres cheias de talento, que ainda agora estão a despir as casas para vestir os corpos e já mal aguento  esperar por o que mais vem por aí !eu pelo menos estou fã e considero um resultado brilhante . Estou a falar, naquela  que espero dar muito que falar,  Tiled. Ora espreitem e sigam.

 fotos de Patrícia Matias , peças criadas por Cristina Barradas  uma ideia de Ana Ventura
Quanto a mim vou continuar a sonhar nalgumas ideias que também acho serem possíveis tornarem-se em mais um ícone do que é nacional é bom

quinta-feira, 21 de março de 2013

Dia Mundial da Árvore

Ontem sempre chegou a Primavera e hoje temos o dia mundial da Árvore, que desde que me lembro deve ser o único dia que me lembro de celebrar com prazer.... deve ser porque envolve mexer na terra e cantar aos altos berros: uma árvore é um amigo, que devemos bem tratar, um amigo de verdade, tão fiel como a amizade, que devemos cultivar. Há mais de 30 anos que a canto e hoje ensino-a à minha filha (que de certeza me vai pedir para me calar), que vai plantar na escola um "limoneiro" como ela carinhosamente  lhe chama. Em casa, como o único quintal que vemos é o dos vizinhos, decidimos brincar doutro modo e como melhor sabemos: Improvisando com cartão, restos do feltro da máscara do carnaval, velcro das minhas costuras e cola especial dos meus colares. Prometemos tratar muito bem desta árvore e mais logo brindaremos com uma limonada !

Eu bem disse que isto ia mudar...o truque é ocupar a cabeça e as mãos para nos esquecermos que temos um coração

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

da velocidade e do que se perde pelo caminho ou uma simples história de Amor

Marina e Ulay fazem aniversário no mesmo dia, mas em anos diferentes. Quando se encontraram, não precisaram de muito tempo para dividir a intimidade de seus diários uma para o outro. Assim que começaram, perceberam que haviam arrancado a página da data comemorativa. "Fomos directamente para a casa dele e ficamos na cama durante dez dias...Quando voltei para casa, fiquei desesperada de amor e não conseguia andar ou falar”. Depois e durante 12 anos, entre 1976 e 1988, Marina e Ulay fizeram arte juntos. Soube tudo isto depois de ter visto um filme que corre a velocidade luz nas redes sociais e de ter pesquisado sobre o assunto. Deixo a errata ou melhor , uma ligeira correcção aquilo que se diz. O vídeo, esse fala por si.

onde se lê (aquilo que a maior parte das pessoas leram e rapidamente partilharam )
"Nos anos 70, Marina Abramovic viveu uma intensa história de amor com Ulay. Durante 5 anos viveram num furgão realizando todo tipo de performances. Quando sentiram que a relação já não valia aos dois, decidiram percorrer a Grande Muralha da China; cada um começou a caminhar de uma lado, para se encontrarem no meio, dar um último grande abraço um no outro, e nunca mais se ver.
23 anos depois, em 2010, quando Marina já era uma artista consagrada, o MoMa de Nova Iorque dedicou uma retrospectiva a sua obra. Nessa retrospectiva, Marina compartilhava um minuto de silêncio com cada estranho que sentasse a sua frente. Ullay chegou sem que ela soubesse, e foi assim."
 Deverá ler-se (uma aproximação mais real á coisa)

"Está errado isso. Foi retirado do documentário "The Artist is Present". Eles já tinham se encontrado dias antes. Não deixa de ser menos emocionante pelo facto de que era a consagração da obra dela e ela não sabia que ele iria se sentar à frente dela naquele momento. Além disso, não era para dividir 1 minuto de silêncio, era para as pessoas se sentarem na frente dela pelo tempo que quisessem. E eles não achavam que o relacionamento não valia mais nada, nem foi para darem um grande abraço no centro: precisavam reflectir se queriam continuar naquela relação, e repensar sobre o grande esforço que é encontrar alguém na vida para deixá-lo partir assim. Marina disse que "as pessoas levam muito tempo para construir relacionamentos e pouco tempo para destruí-los". Por isso decidiram terminar desta forma, com plena certeza do que queriam."

seja como for, o momento de que se fala é realmente emocionante e tocante...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Livro de reclamações #

Acho que talvez tenha faltado no meu curso, a parte da componente humana e social e psicológica que é inerente à minha (aliás a todas) profissão que é a Arquitectura. É que no meu ponto de vista lidar com os clientes , conseguir comunicar com eles é das tarefas mais complicadas e inglórias que existe. Isso e o desafio que é também ter que lidar com as pessoas por detrás da parte burocrática da coisa aka entidades reguladores e fiscalizadoras.  Isso e ser uma das profissões mais ingratas e incompreendidas. Isso e viver num pais demasiado pequeno e muito pouco formado. Isso e apesar de estarmos a atravessar um crise económica as pessoas preferirem continuar a viver na sua ignorância e a cometer os mesmos erros. Porque se acham os donos da verdade e da razão. Porque não gostam de dar o braço a torcer. Porque são teimosos e orgulhosos. Porque são megalómanos. Porque têm ideias demasiado grandes para o tamanho da sua cabeça (inteligência). Porque a ganância é maior que as necessidades. Porque preferem esbanjar o dinheiro repetidamente por cada vez que erram , outra e outra vez até perceberem que afinal aquilo que pensámos e sugerimos era o que estava mais perto da realidade. Das pessoas, sim a quem e para quem esses espaços têm que servir.. Porque nós no fundo só fazemos uns "bonecos", aliás para que servimos mesmo nós? A parte criativa é desgastante mas a parte humana é demasiado frustrante. Depois não digam que não vos avisei....

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

A felicidade, todos nós queremos

Se é difícil definir a felicidade aos 20, aos 30 e aos 40, imaginem aos 60 ou aos 70. Foi por isso que nasceu o Felicidário. O Felicidário é um calendário e também é uma espécie de dicionário com 365 definições práticas de felicidade. Aos 65, a felicidade é arrumar as botas e fazer crochet, é gozar o dolce fare niente ou fazer aquilo que nunca se fez? Todos os dias, durante um ano, o Felicidário sugere uma nova ideia de felicidade para maiores de 65 anos.
 


Para seguir diariamente aqui : http://felicidario.encontrarse.pt/
 

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Amor com Amor se paga

Três dos meus desejos já se realizaram ! Comprei hoje mesmo dois na Feira de Natal na Retrosaria, onde tive o prazer de ver a cara, ouvir a voz, sentir o toque e presenciar a simpatia e o dom de cada uma das pessoas cujos blogues e trabalhos venho a acompanhar , há já algum tempo. Mal sabem elas o quão inspiradoras são para a minha vida e como há sua maneira cada uma alegra os meus dias.
 

Trouxe a Pinha #100 ! da Vera e tive o privilégio de ser atendida pela sua pequena e simpática tesoureira que se portou muito bem na matemática dos trocos.

Tenho ao peito, no frigorífico e na prateleira um ditado para cada ocasião, pela gentil e atenciosa Sónia

Trouxe a deliciosa tentação dos pequenos almoços, almoços, lanches ou mesmo jantares, que a minha filha já carinhosamente os apelidou como os flocos da Laura (ou seja estes são os dela!) eu não te disse Patrícia ?

Voltarei noutro dia, por isso é melhor apressarem-se, antes que eu perca a cabeça e as traga a todas para minha casa ! ;-)

sábado, 24 de novembro de 2012

Detalhes

 
 Adoro a simplicidade e a elegância dos detalhes que (infelizmente nem todos percebem) fazem toda a diferença. Estes fazem-se pagar, e bem, por aqui. Um dia regresso ao tema, para explicar que se trabalhasse numa papelaria , daquelas a sério que já são mais que raras por cá, seria bem feliz....

terça-feira, 30 de outubro de 2012

FazTuMesmo #

Enquanto o jantar estava ao lume, resolvi pegar nas rolhas guardadas + no canivete e esculpi estes lindos carimbos. Mais rápido, mais fácil, mais barato e mais personalizado, impossível !



terça-feira, 23 de outubro de 2012

Macacos de imitação

A propósito de documentários, uma vez que anda por aí o DocLisboa, relanço uma questão  levantada em "what makes us humans?" passado há uns tempos na 2: e que sempre me fez pensar. Deram a um macaco uma tela, pincéis e tintas e ele pintou vários quadros. Levaram um desses quadros ( sem identificar o autor) a uma galeria e uma perita em arte esteve a analisa-lo e avaliou-o: Disse que era uma obra de arte, enquadrou-o num movimento artístico, elogiou-o, pensou ás tantas ser um Pollock, avaliou-o em cerca de 500 mil dólares, mais coisa menos coisa. Depois, o apresentador disse que era dum macaco e ela inverteu o discurso totalmente e disse que sendo assim não valia nada! Não entendo....é isto que nunca entendi! É claro que eles depois enquadram isto tudo muito bem ao avaliar os cérebros de humanos e macacos e a explicar as diferenças. Mas se o quadro valia por si só e era uma obra de arte, não me venham com histórias das cargas emocionais, sociais e culturais que servem para justificar tudo e mais alguma coisa. Será que tudo precisa de ter uma história e uma lógica para ser válido? E até que ponto isso justifica uma obra abstracta?

É esta a questão que aqui coloco e outra, afinal quais destes dois quadros será o do macaco, o da esquerda ou o da direita? (quem viu o documentário, abstém-se de votar, tá?)

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Arte

Os trabalhos da mexicana Frida Kahlo com suas cores bem fortes e marcantes são fonte de inspiração para muitos artistas até hoje. Exemplo disso é a obra da estilista e designer austríaca Susanne Bisovsky , que criou uma colecção de roupas inspirada nas obras da pintora. Além das roupas, Susanne produziu um editorial com a modelo Alexandra Liedtke em parceria com o Atelier Olschinsky. As imagens estão agora em exposição no Kunsthalle Wien, um instituto dedicado à arte contemporânea que se localiza no centro de Viena . A elegância, o bom gosto , a habilidade são mesmo ricos no detalhe que produzem um impacto e tanto...